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Homossexualismo - topico oficial (Parte II)

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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 11 Jan 2019, 11:54 am



[size=55]Estudos apontam que ideologia de gênero prejudica o desenvolvimento infantil[/size]

Artigo de opinião escrito pelo colaborador Pedro Augusto.

Na televisão, nos cursos de humanas nas universidades, sites e outros meios de comunicação, a ideologia de gênero, ou questões de gênero, é um dos assuntos do momento. Impulsionado pela popularização do movimento feminista, este assunto procura sempre criticar os chamados “estereótipos de gênero” e defender que as diferenças entre os sexos masculinos e femininos são meras construções sociais ao beberem na fonte de Simone de Beavouir Judith Butler.
Então se as diferenças não biológicas do ser são construídas através da cultura, é possível, de acordo com os defensores da ideologia de gênero, a existência de uma incombatibilidade entre o sexo e o gênero de uma pessoa. Para então ajustar estas duas partes do ser, antropólogos, filósofos, ativistas do feminismo, artistas e até psicólogos defendem as cirurgias de mudança de sexo ou bloqueadores de hormônios para fazer mudanças físicas nas vítimas da chamada disforia de gênero.
Quem sofre com transtornos de identidade de gênero não são apenas adolescentes ou jovens que estão em fase de descobrimentos. As crianças também fazem parte desta estatística. De acordo com o jornal britânico “Gloucester Citizen” em uma publicação de 2016, o número de meninos e meninas com disforia de gênero cresceu 1000% nos cinco anos anteriores.
Apesar da existência de um grande lobby nos veículos de comunicação e universidades pelo uso de bloqueadores hormonais a fim das vítimas da disforia de gênero se sentirem felizes, muitos médicos, principalmente no exterior, acreditam que medidas como essas não devem ser implementadas em adolescentes e principalmente em crianças. Quem pensa diferente, defende a utilização destes mecanismos para impedir futuros casos suicídios.
No entanto, a diretora Executiva do American College of Pediatrician, Michelle Cretella, é crítica deste argumento. Em um relatório, ela apontou que 98% dos meninos e 88% das meninas ao chegar na adolescência aceitam o seu sexo biológico. A pediatra também afirmou que ainda não há evidências científicas que a disforia de gênero seja a causa de suicídios. A última pesquisa que ganhou destaque nos meios de comunicação, por exemplo, foi o chamado Comportamento Suicida em Adolescentes Transgêneros. A médica afirmou em um texto para o “Daily Signal” que o estudo não oferece provas de que bloqueadores de puberdade impeçam os jovens de tirarem suas próprias vidas. Aliás, uma das pesquisas citadas no estudo tem uma amostragem pequena e um tempo de trabalho muito curto. A mudança de sexo, de acordo com Cretella, é ineficaz para impedir suicídios e é comprovado com um estudo sueco feito por 30 anos o qual revelou que a taxa de suicídio entre transexuais é 19 vezes maior em comparação com os não transexuais.
Embora muitos grupos defendam a mudança de sexo como forma de melhoria na qualidade de pessoas com disforia de gênero, a verdade é que ainda não houve prova alguma disso. A reunião de mais de 100 estudos sobre pessoas que mudaram de sexo concluiu que:
O Agressive Research Intelligence Facility, que realiza revisões de tratamentos de saúde para o National Health Service, concluiu que nenhum dos estudos fornece evidências conclusivas de que a mudança de gênero é benéfica para os pacientes. Descobriu-se que a maioria das pesquisas foi mal projetada, o que distorceu os resultados em favor da mudança física do sexo. Não houve avaliação se outros tratamentos, como aconselhamento a longo prazo, podem ajudar os transexuais, ou se a sua confusão de gênero pode diminuir ao longo do tempo.
Além da operação de mudança de sexo, o lobby em prol da ideologia de gênero advoga pelo uso de bloqueadores hormonais mesmo em crianças e adolescentes, principalmente para frear os efeitos da puberdade. Entretanto, o uso dessas substâncias podem trazer riscos à saúde de quem faz seu uso. Um estudo publicado na revista “The New Atlantis” revelou a existência de riscos de fraturas nos ossos no começo da fase adulta, câncer testicular, obesidade e impacto no desenvolvimento psicológico e cognitivo. Uma outra pesquisa mostrou que o uso de bloqueadores hormonais aumentam os riscos da contração de diabetes, câncer, doenças cardíacas, coágulos sanguíneos e hipertensão arterial.
Cretella, em um evento do think tank norte-americano Hertitage Foundation, também atacou o uso de bloqueadores hormonais:
A castração química, que é o que você está fazendo quando coloca uma criança biologicamente saudável sob o efeito de bloqueadores de puberdade (drogas), está tratando a puberdade como uma doença.
Ela continuou:
Estão ensinando crianças da pré-escola a mentira de que você pode estar preso no corpo errado. Mais uma vez, isso está apenas interrompendo seus testes de realidade normais e o desenvolvimento cognitivo.[\quote]

fonte: https://renovamidia.com.br/estudos-apontam-que-ideologia-de-genero-prejudica-o-desenvolvimento-infantil/
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:05 pm



Prefeitura de São Paulo pagará salário mínimo para travestis estudarem

SÃO PAULO - A prefeitura de São Paulo anunciará no fim do mês a criação de uma bolsa de um salário mínimo mensal (R$ 788) para que, inicialmente, cem travestis e transexuais da capital voltem a estudar e se matriculem em cursos técnicos do Pronatec. Para receber o salário do município, as beneficiárias terão que comprovar presença nas aulas. A exigência é semelhante à do principal programa de transferência de renda do governo federal, o Bolsa Família. A iniciativa é inédita no Brasil e na América do Sul e custará cerca de R$ 2 milhões aos cofres públicos em 2015. O valor é três vezes maior do que o orçamento do próprio governo federal para ações voltadas ao público LGBT no ano passado.
- O Brasil é o país que mais mata travestis no mundo. Mata quatro vezes mais do que o México, o segundo mais violento. Essas pessoas nunca foram tratadas como cidadãs, sempre foram empurradas para as ruas pelas famílias, pela escola e pela sociedade. Queremos tratá-las como gente, com a opção de se prostituir ou não - afirma Rogério Sottili, secretário de Direitos Humanos do município, responsável pela coordenação do programa.

A ideia é prioritária para o prefeito Fernando Haddad, que pessoalmente pediu a elaboração do programa. A mãe de Haddad vive em uma zona de prostituição de travestis. O confronto cotidiano com a realidade teria gerado a urgência no prefeito.
EXPANSÃO ATÉ O SEGUNDO SEMESTRE
Segundo Sottili, o programa começa com poucas vagas, mas poderá ser ampliado já no segundo semestre. A ideia é que as travestis permaneçam no programa por dois anos e saiam de lá formalmente empregadas. Não existem estatísticas oficias sobre o número de transexuais e travestis vivendo em São Paulo, mas a secretaria estima que sejam ao menos quatro mil.
- Elas são alvo preferencial do tráfico de pessoas, do tráfico de drogas. Entre as beneficiárias, nenhuma tem renda fixa, todas vivem em moradia precária, não terminaram a escola e começaram a se prostituir ainda na infância. Delas, 31% admitiram ter silicone industrial injetado no corpo, e 60% afirmaram já ter sofrido alguma agressão física por sua identidade de gênero - explica Alessandro Melchior, coordenador de políticas LGBT da prefeitura e autor do programa.
A paulistana Aline Rocha, de 36 anos, é a face que ilustra os dados elencados por Melchior. Os traços femininos dos olhos e do nariz desenhados a bisturi são emoldurados por um espesso cabelo negro implantado cirurgicamente. Para custear as operações, Aline se prostitui há quase 20 anos. Parou de estudar na 4ª série — seu jeito afeminado a tornava alvo de espancamentos dos colegas. Ela tentou outros trabalhos, chegou a ser atendente de uma locadora de vídeo, mas diz que perdeu o emprego ao resistir aos assédios sexuais do patrão. A prostituição, segundo Aline, era sua única fonte possível de renda. Sem dinheiro para reconstruir o corpo todo com plásticas, apelou para a caseira solução de colocar silicone industrial nos glúteos. Como muitas travestis brasileiras, chegou a ir morar na Itália, onde fez centenas de programas. Acabou presa pela polícia italiana.
- Sair da rua é tudo o que eu mais quero na vida. Não tem nada pior do que ser tratada como um pedaço de carne, cada dia um estranho diferente passando a mão no seu corpo - conta, entre lágrimas.
Além de si mesma, Aline sustenta a mãe. Afirma que estava a ponto de “acabar com a própria vida” quando foi selecionada pelo programa:
- Minha esperança é que isso me devolva o respeito, a dignidade. Quero poder entregar currículos e ser selecionada para trabalhar como todo mundo.

Além de garantir educação (em salas mistas de duas escolas municipais no centro da cidade), o programa obriga as beneficiárias a prestar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Em troca, além do dinheiro, a prefeitura irá fornecer hormônios femininos para as travestis em unidades básicas de saúde. Hoje há uma fila de quase duas mil pessoas à espera de tratamentos hormonais desse tipo na rede pública. Por falta de opção, muitas recorrem ao arriscado mercado negro.
Além disso, o município irá inaugurar o primeiro albergue público exclusivo para travestis. É para lá que deverá se mudar Jennifer Araújo, de 31 anos. Jennifer está sem casa nos últimos dois meses, desde que resolveu deixar de se prostituir e se inscreveu no programa municipal. Ela é reticente sobre sua condição anterior e desconversa quando perguntada sobre cafetinas e pontos de prostituição. Mas, com frequência, travestis são aliciadas sexualmente e pagam com o corpo pela moradia. Quando desistem da prostituição, ficam também sem teto.
- Tudo o que eu quero é trabalhar atrás de um computador ou ser assistente social. Acho um luxo - diz Jennifer, que começou a se prostituir aos 16 anos, depois que ficou órfã.
PREOCUPAÇÃO COM A VELHICE
Ela diz que sua motivação para procurar a prefeitura foi pensar no futuro, especificamente na velhice. E lembra que a prostituição a atraiu porque o dinheiro que recebia era maior do que nos empregos que conseguiria com sua baixa escolaridade.
O programa não obriga as travestis a deixar a prostituição. Mas, ao remunerá-las para estudar, cria uma inédita oportunidade para isso. Jennifer ostenta no rosto as marcas de uma paulada desferida por um cliente que quebrou seu maxilar. Ela sabe que nada vai apagar as cicatrizes de seu passado, mas abre um sorriso diante da possibilidade de recomeçar.

fonte: https://oglobo.globo.com/sociedade/educacao/prefeitura-de-sao-paulo-pagara-salario-minimo-para-travestis-estudarem-15002868
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:06 pm



A Polêmica da vez é a boneca que esta sendo vendida na argentina . A Boneca que foi fabricada na China é uma boneca Transexual , ela possui o órgão genital Masculino, mas esta vestida de fada . 

Uma mãe ao adquirir a boneca para a filha de 3 anos ficou chocada quando a menina mostrou para ela que de baixo da saia da boneca que supostamente seria uma menina teria algo estranho , a mãe por sua vez postou a foto em sua rede social e causou o maior alvoroço . 
A Argentina já se mostra bastante liberal no assunto , já que foi o primeiro país da America Latina a liberar o casamento Gay . 

Muitos pais estão revoltados com a venda da tal boneca , dizem que o brinquedo pode influenciar a sexualidade das crianças . A comunidade transgênita na Argentina se pronunciou , e disseram que a suas infâncias teriam mais fáceis se na época existissem brinquedos como este ...


FONTE 

http://extra.globo.com/noticias/mundo/boneca-transgenera-com-genitais-masculinos-causa-polemica-na-argentina-14932953.html
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:12 pm



Discriminar gays no Rio pode render multa de até R$ 60 mil 

Entrou em vigor nesta quinta-feira em todo o estado do Rio de Janeiro lei que estabelece penalidades administrativas aos estabelecimentos e agentes públicos que discriminem as pessoas por preconceito de sexo e orientação sexual. A multa para quem for condenado pode chegar até R$ 60 mil. O projeto de lei foi aprovado no fim de junho na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e sancionado pelo governador Luiz Fernando Pezão. 

O texto estabelece que será entendida por discriminação, por exemplo, quem impedir acesso ou permanência de pessoas do mesmo sexo dentro de estabelecimentos comerciais, como hotel, motel ou pensão. A lei estabelece ainda que será considerada forma de preconceito criar qualquer tipo de impedimento no momento da visita íntima dentro de estabelecimento prisional. O agente que for flagrado cometendo discriminação sexual poderá ficar afastado do emprego por 60 dias e, posteriormente, cassado. 

O último parágrafo da nova lei impõe, entretanto, que ela não se aplica às instituições religiosas, templos religiosos, locais de culto, casas paroquiais, seminários religiosos, liturgias, entre outros. O projeto estava parado na Alerj justamente por causa da pressão da bancada evangélica. 

Para efeitos de aplicação desta lei, o termo “sexo” é utilizado para distinguir homens e mulheres, enquanto o termo “orientação sexual” refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade.

fonte 
 
http://extra.globo.com/noticias/rio/discriminar-gays-no-rio-pode-render-multa-de-ate-60-mil-16780950.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social+&utm_content=Discriminar+gays+no+Rio+pode+render+multa+de+at%C3%A9+R%24+60+mil&utm_campaign=Extra+#ixzz3g3qcuPZZ
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:16 pm

UM VÍDEO DEDICADO À FAMÍLIA DE TODOS OS MEUS ALUN…: 
 
Professora da rede pública de canoas foi EXPULSA da escola por denunciar a ideologia de gênero imposta pela militância LGBT à crianças de 12 a 14 anos. 
Sim, estão incentivando o homossexualismo na rede pública do brasil e ng ta nem aí!! 
 
fonte 
 
https://www.youtube.com/watch?v=_ZUBJGB9Lf4&feature=youtu.be
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:17 pm



Deputado JEAN WYLLIS propõe emenda à Bíblia para retirar trechos considerados homofóbicos 

Jean Wyllys, conhecido como deputado federal do PSOL, apresentou um projeto que defende alterações à bíblia sagrada cristã, eliminando as partes que considera serem de cariz homofóbico. 

Antes que o deputado tivesse a possibilidade de avançar com a sua apresentação, essa temática causou, simultaneamente, furor e indignação na bancada, levando os deputados evangélicos a tentar convencer a mesa da Casa legislativa, a rejeitá-la de imediato. 

Entretanto, o deputado federal do PSOL, se adiantou à polêmica e ocupou a tribuna, dirigindo-se à assembleia. Wyllys disse estar consciente da polêmica que o seu projeto iria causar e que os seus protagonistas seriam os fundamentalistas religiosos. Ele deu o exemplo de um livro do Monteiro Lobato, em que foi eliminado um comentário racista, e questionou sobre o porquê de não se fazer o mesmo com o livro sagrado da bíblia. 

Embora seja polêmica, a proposta não especifica quais as partes que seriam supostamente eliminadas. Para tal, seria criada uma comissão de notáveis, que avaliaria os textos sagrados, de acordo com diferentes parâmetros e decidiria quais os trechos homofóbicos que seriam retirados. A ideia é que essa comissão seja formada por teólogos especialistas em pederastia e, o parlamentar Wyllys, diz já ter vários nomes para apresentar. 

Já em 2011, foi determinada pela justiça a remoção de vários outdoors, em Ribeirão Preto, nos quais surgiam pequenos trechos citando a bíblia e que foram considerados ofensivos para a comunidade gay e lésbica. Essas frases bíblicas repudiantes foram colocadas nos outdoors pela Casa de Oração, em vésperas da 7a Parada do Orgulho LGBT, causando revolta em grupos gays daquela cidade. Em caso de incumprimento, foi determinada a multa diária de 10 mil reais, no caso de a Casa de Oração não cumprir com a ordem do tribunal. A Casa de Oração alegou que o objetivo seria o de divulgar o que Deus diz acerca da homossexualidade. 

Assim, a proposta de Jean Wyllys seguirá o seu percurso normal. Caso ela seja aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ – um dos órgãos mais importantes no sistema governativo brasileiro, por onde qualquer proposição necessita de passar, para que seja ou não posta em vigor), prosseguirá para plenário e, posteriormente, ficará sujeita a uma votação em dois turnos. 

Caso seja aprovada em plenário, passará para a jurisdição do Senado, onde estará sujeita a mais uma votação de dois turnos. Se aprovada no Senado, a proposta passa a estar em vigor e os trechos serão excluídos da bíblia. É importante referir que neste tipo de votação, a Presidente Dilma nunca poderá sancionar a sua aprovação


fonte: http://www.jornaldopais.com.br/deputado-jean-wyllis-propoe-emenda-a-biblia-para-retirar-trechos-considerados-homofobicos/#
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:17 pm



'Beijaço' marcado para dia da posse de Crivella já tem mais de 2 mil participantes 

Um evento criado no Facebook nesta segunda-feira, um dia após a eleição de Marcelo Crivella (PRB) como novo prefeito do Rio, convoca cariocas para um "beijaço" marcado para o dia 1º de janeiro de 2017, data da posse. 

O "beijaço" está programado para acontecer em frente ao prédio administrativo da Prefeitura, na Cidade Nova. Na descrição do evento, Marcelo Crivella é chamado de "machista", "racista" e "fundamentalista religioso". 

"Fazer pressão por uma cidade mais igual e menos preconceituosa! Nenhum direito a menos", diz um trecho do texto que apresenta o encontro. Até o momento de publicação desta matéria, o "beijaço", em poucas horas, já contava com mais de 2,1 mil pessoas confirmadas. 

Detalhe: como imagem de capa do evento foi escolhida o registro de um outro "beijaço", ocorrido em maio deste ano, durante audiência pública no Congresso. Ao fundo de cena, os deputados federais Marco Feliciano, Jair Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro com celulares em mãos registrando a cena. 

Livro de Crivella tem trechos polêmicos sobre gays 

Em reportagem publicada pelo jornal "O Globo", no dia 17 de outubro, o repórter Fernando Molica destrinchou o livro "Evangelizando a África", livro escrito por Crivella, em que o prefeito eleito conta sobre o período em que foi missionário naquele continente. 

"Demônios são responsabilizados por vícios e pela homossexualidade. O senador diz que gays não devem ser tratados com menosprezo ou discriminação, mas ressalva que 'milhões são vítimas desse terrível mal, vivendo sem paz e numa condição lamentável para o ser humano'", diz um trecho da reportagem. 

Em 2012, durante uma pregação, Crivella afirmou que a homossexualidade pode ter origem no sofrimento do bebê ainda no útero da mãe. Segundo ele, gays mereceriam compreensão porque podem ser fruto de aborto malsucedido. Um vídeo, inicialmente publicado no YouTube, circulou pelas redes sociais exibindo o momento em que o novo prefeito desfere tais comentários.


fonte: http://extra.globo.com/noticias/rio/beijaco-marcado-para-dia-da-posse-de-crivella-ja-tem-mais-de-2-mil-participantes-20391225.html#utm_source=Facebook&utm_campaign=Extra&utm_medium=Social
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:18 pm

Ativistas LGBTs e dos Direitos Humanos pretendem denunciar o apresentador por homofobia, se condenado, Ratinho pode pegar até 2 anos de prisão.


fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/viver/2018/01/04/internas_viver,736824/ratinho-diz-que-globo-propoe-exagero-de-*censurado*-em-novelas-e-e-acusado.shtml
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:18 pm



Defensoria Pública aciona Ratinho por crime de homofobia 

Ratinho, ao que tudo indica, terá muita dor de cabeça pela frente. Isso porque a Defensoria Pública de SP entrou com uma representação contra o apresentador do SBT, na última quinta-feira (4), para que a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado abra um processo administrativo contra o artista devido às suas declarações a respeito dos homossexuais, em vídeo compartilhado no Instagram, no dia 3 de janeiro. 

Apesar de ter se desculpado e dito que tudo não passou de uma brincadeira que foi mal interpretada, o autor da representação, o defensor público Rodrigo Leal da Silva, afirmou à colunista Mônica Bergamo que a retratação não altera o conteúdo preconceituoso do discurso do comunicador. "O fato de ele ter se retratado não exclui o caráter homofóbico da fala", destacou. 

Para quem não sabe, o artista fez um 'desabafo' sobre a programação da TV Globo, na última semana. Nas imagens postadas na web, Ratinho disse, entre outras coisas, que tem "muito veado" nas atrações da concorrente. Duramente criticado, o famoso voltou a usar as redes sociais para lamentar a má repercussão de suas declarações e garantir: "Em nenhum momento quis ofender nenhum gay, até porque eu trabalho com todos eles, todos eles gostam de mim e eu gosto muito deles".


fonte: 
 

https://www.msn.com/pt-br/entretenimento/famosos/defensoria-p%C3%BAblica-aciona-ratinho-por-crime-de-homofobia/ar-BBI4ODv?li=AAggXC1&ocid=mailsignout
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:19 pm



'Bonecas trans' são apreendidas em loja após denúncia 

'Este tipo de artigo não será vendido. Essa comunidade é pró-vida, pró-família', disse intendente responsável pela apreensão dos produtos 

Assunção - Autoridades da fronteiriça Cidade do Leste, no Paraguai, apreenderam nesta terça-feira centenas de caixas de "bonecas trans" e fecharam as lojas em que elas eram vendidas. O procedimento foi ordenado pela intendente Sandra Zacarías, após a denúncia de turistas e moradores da cidade, localizada na tríplice fronteira com o Brasil e a Argentina, reclamarem das bonecas conterem órgãos sexuais masculinos. 

"Enquanto eu for intendente, este tipo de artigo não será vendido. Essa comunidade é pró-vida, pró-família", expressou a titular Zacarias para jornalistas em entrevista coletiva. 

Um dos denunciantes relatou ter comprado uma das bonecas para presentear sua filha no Dia de Reis. O brinquedo tinha características femininas externas, como um laço na cabeça e uma roupa de bebê rosa, mas ao abrir a caixa (também rosa) em casa, ele descobriu que no lugar de uma vagina havia um pequeno pênis. 

De acordo com o advogado da Prefeitura, Cristian Cabral, as medidas adotadas buscam "resgatar e proteger os valores familiares e os direitos das meninas, que poderiam ser afetados de maneira negativa".


fonte: 
 

http://odia.ig.com.br/mundoeciencia/2018-01-10/bonecas-trans-sao-apreendidas-em-loja-apos-denuncia.html
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:19 pm



Câmara do Rio aprova aprova primeiro projeto LGBT da legislatura 

Depois que o projeto para criar um sistema de apoio à população LGBT saiu de pauta — sem previsão de voltar — e o Dia da Visibildade Lésbica foi rejeitado na segunda votação, os defensores da minoria conquistaram sua primeira vitória. 

Foi aprovado, nesta terça-feira (27), o PL 3/2017, de David Miranda (PSOL), que garante o uso do nome social a mulheres e homens trans e travestis na administração direta e indireta do município. 

E foi uma vitória bastante apertada: 19 foram favoráveis, e 12 votaram contra. 

Agora, o texto segue para sanção do prefeito Marcelo Crivella (PRB), que tem 15 dias para dar seu parecer. 

O uso do nome social já é assegurado no Rio desde 2011 — mas por um decreto. A nova lei é uma garantia a mais para as pessoas trans e travestis. 

"É um direito que garante a igualdade de tratamento. A medida visa a reduzir as ações de violência contra esses grupos e reconhecer a identidade de gênero. Foi um trabalho árduo para conseguirmos reunir votos suficientes", comemorou o autor da proposta. 

Em unidades administradas pelo RioSaúde, já existe um protocolo para usar o nome social nos atendimentos. 

Rodada de negócios 
Em outra frente, a Coordenadoria da Diversidade Sexual da prefeitura está organizando a 1° rodada de negócios LGBTTQIA (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis , Transexuais, Queer, Intersexo, Assexual), com o intuito de atrair patrocinadores para os projetos esportivos, culturais e sociais da cidade do Rio, voltados para à comunidade LGBT+. 

Os interessados, devem entrar em contato com o CEDS-Rio. O evento acontece no dia 28 de Março, no Palácio da Cidade.



FONTE: https://extra.globo.com/noticias/extra-extra/camara-do-rio-aprova-aprova-primeiro-projeto-lgbt-da-legislatura-22438782.html
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:20 pm

Vejam os projetos “PRO-LGBTs” transitando na Câmara! 

PL 7582/2014 
autoria da deputada Maria do Rosário (PT-RS) 
o que faz? define os crimes de ódio e intolerância e estabelece mecanismos para preveni-los 

PL 7292/2017 
autoria da deputada Luizianne Lins (PT-CE) 
o que faz? acrescenta o LGBTcídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio e inclui o LGBTcídio no rol dos crimes hediondos. 

PL 7702/2017 
autoria do deputado Weverton Rocha (PDT-MA) 
o que faz? tipifica o crime de racismo, os crimes de discriminação ou preconceito de orientação sexual e/ou identidade de gênero. 

PLS 291/2015 
autorida da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) 
o que faz? incluir no crime de injúria, a utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, gênero ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência. 

PLC 5002/2013 
autoria dos deputados Jean Wyllys (PSol-RJ) e Erika Kokay (PT-DF) 
o que faz? facilita a mudança de nome e gênero sem que seja necessário recorrer à Justiça e prevê que tratamentos a pessoas trans deverão ser oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). 

PLS 658/2011 
autoria da senadora Marta Suplicy (MDB-SP) 
o que faz? reconhece os direitos à identidade de gênero e à troca de nome e sexo nos documentos de identidade de transexuais. 

PL 5255/2016 
autoria da deputada Laura Carneiro (MDB-RJ) 
o que faz? modifica o registro civil do recém-nascido para incluir bebês intersexo. A proposta prevê que o sexo do recém-nascido seja registrado como indefinido ou intersexo quando for atestado que as características físicas, hormonais e genéticas não permitem, até o momento do registro, a definição do sexo do registrando como masculino ou feminino, após laudo elaborado por equipe multidisciplinar. 

PLS 612/2011 
autorida da senadora Marta Suplicy(MDB-SP) 
o que faz? reconhece como entidade familiar a união estável entre duas pessoas e prevê que essa união possa ser convertida em casamento. 

PLS 470/2013 
autorida da senadora Lídice da Mata (PSB-BA) 
o que faz? prevê a união homoafetiva

PDC 422/2016
autoria da deputada Laura Carneiro
eliminar limitações à doação de sangue por pessoas LGBT. Hoje doadores homens que tenham mantido relações sexuais com outros homens e/ou parceiras sexuais destes em 12 meses não podem doar.

PLS 134/2018
autoria da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa
prevê uma série de direitos à população LGBT, como casamento, adoção e uso das técnicas de reprodução assistida para famílias homoafetivas e proteção contra a violência doméstica ou familiar, independente da orientação sexual ou identidade de gênero da vítima.

PL 7524/2014
autoria do deputado Jean Wyllys
propõe uma alteração no Estatuto do Idoso. De acordo com a proposta, programas de institucionalização de longa permanência aos idosos devem preservar a dignidade dessas pessoas, respeitando-as independentemente de orientação sexual ou identidade de gênero.

PL 4211/2012
autoria deputado Jean Wyllys
homenagem a uma profissional do sexo militante de direitos humanos, a proposta prevê dispositivos para combater a exploração sexual e estabelece que profissionais do sexo terão direitos trabalhistas assegurados, como aposentadoria após 25 anos de trabalho.
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:20 pm



Contra o preconceito, editora lança 'Kit Gay' 

Box carrega três livros com protagonistas homossexuais. Kit já está disponível na Amazon e chega às livrarias na segunda-feira 

Rio - Não é fake news do WhatsApp, ele existe! O tão especulado 'kit gay' acaba de se tornar realidade. De surpresa, a Editora Record lançou um pacote com três livros de seu catálogo jovens adultos. O diferencial é que o box "Kit Gay" possui três livros com protagonistas homossexuais. 

O kit – que já está disponível na Amazon e chega às livrarias na segunda-feira – conta com as obras "George" (2015), do autor americano transgênero Alex Gino, "Dois garotos se beijando" (2013), do americano David Levithan, e "Você tem a vida inteira (2018), romance do novato brasileiro Lucas Rocha. 

Segundo Rafaella Machado, editora do selo Galera e idealizadora do projeto, os livros já existiam em catálogo desde 2013 e a ideia surgiu durante uma conversa com o departamento de marketing. "Os livros existem no nosso catálogo desde 2013. Nós fomos a primeira editora a publicar personagens gays com o título de David Levithan", explica. "Foi uma forma de movimentar os três títulos que estavam conosco desde 2013; além de trazer visibilidade para a causa", afirmou Rafaella. 

Representatividade 

A caixa que carrega o termo 'kit gay' estampado não é apenas um trocadilho para levantar a venda dos títulos. Os editores também esperam que LGBTs alcancem mais representatividade com as obras como forma de combate ao preconceito. 

"O termo ficou em alta durante esta eleição. Ficou polemizado. Achamos essa forma para trazer mais representatividade aos LGBTs, que estão assustados com o que pode acontecer a partir de janeiro", completou a editora.


fonte: https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2018/12/5602811-contra-o-preconceito-editora-lanca-kit-gay.html#foto=1
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:22 pm



STF julga ação que iguala homofobia a racismo na quarta (13); bancada evangélica reage 

Está marcado para esta quarta-feira (13) o início de um julgamento que pode ser um divisor de águas no Supremo Tribunal Federal (STF). A depender do entendimento que os ministros adotarem na Ação Direita de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) 26 e no Mandado de Injunção (MI) 4733, o tribunal vai avançar ainda mais sobre o Legislativo. A criminalização da homofobia esteve em discussão no Congresso Nacional entre 2001 e 2014, mas nunca foi aprovada pelo parlamento. 

Deputados da Frente Parlamentar Evangélica (FPE) reuniram-se nesta terça-feira (12) com o presidente do STF para ver se seria possível retirar o tema da pauta da Corte, mas Toffoli manteve a previsão de julgamento. 

É justamente a suposta omissão do Congresso o ponto de partida dos pedidos feitos pelo Partido Popular Socialista (PPS) na ADO 26 e pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transexuais (ABGLT) no MI 4733. As ações argumentam que o Congresso está em mora (atraso) inconstitucional em editar leis que protejam homossexuais e transexuais de violência e pedem, em primeiro lugar, que a homofobia e a transfobia sejam equiparadas ao racismo. 

Como a Constituição prevê a criminalização do racismo (artigo 5º, inciso XLII) – o que de fato foi feito pela Lei 7.716/1989 – as ações pedem que o tribunal declare o Congresso omisso e fixe um prazo para que os parlamentares editem uma lei com esse teor e, na falta dela, pedem “a inclusão da criminalização específica de todas as formas de homofobia e transfobia, especialmente (mas não exclusivamente), das ofensas (individuais e coletivas), dos homicídios, das agressões, ameaças e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero, real ou suposta, da vítima” na lei de 1989. 

As ações fundamentam o pedido em um caso célebre que o STF julgou em 2003. O Habeas Corpus (HC) 82.424-4, que cuidou do “caso Ellwanger”, considerou o antissemitismo uma forma de racismo para fins da aplicação legal. Naquela ocasião, seguindo o voto do então ministro Maurício Corrêa, o tribunal apontou que a genética estabelecera que não havia diferenças biológicas relevantes entre os seres humanos, que seriam, em essência, todos iguais. Para a Corte, portanto, “a divisão dos seres humanos em raças resulta de um processo de conteúdo meramente político-social” daria origem ao racismo. 

As ações partem deste entendimento para afirmar que “a homofobia e a transfobia constituem espécies do gênero racismo, na medida em que racismo é toda ideologia que pregue a superioridade/inferioridade de um grupo relativamente a outro”. 

“Todas as formas de homofobia e transfobia devem ser punidas com o mesmo rigor aplicado atualmente pela Lei de Racismo, sob pena de HIERARQUIZAÇÃO DE OPRESSÕES [destaque no original] decorrente da punição mais severa de determinada opressão relativamente a outra”, argumenta ainda o PPS.


O que está em jogo 

Na penúltima sessão antes de sua aposentadoria, o relator original do caso Ellwanger, ministro Moreira Alves, avisou que o argumento poderia ser feito, quando o tribunal enveredou por este caminho. 

“Se se der ao termo constitucional ‘racismo’ a amplitude que agora se pretende dar no sentido de que ele alcança quaisquer grupos humanos com características culturais próprias, vamos ter o crime de racismo como um tipo de conteúdo aberto, uma vez que os grupos humanos com características culturais próprias são inúmeros”, escreveu – e tendo em mente apenas a aplicação do crime a outros grupos étnicos. 

A preocupação de Moreira Alves com essa extensão justifica-se pelo cuidado tradicional que sempre se teve com o direito penal – “o braço mais pesado do Estado”, como gostam de lembrar os criminalistas. No caso do racismo, a força deste braço é ainda maior, e se explica pela história, porque a Constituição estabelece, em seu artigo 5º, incisivo XLII, que “a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível”. O único outro caso de crime imprescritível é o de conspiração armada contra a ordem constitucional e o Estado democrático. 

Por isso, Moreira Alves sentiu-se no dever de alertar que, alargando o conceito de racismo, “ter-se-á alguém que, aos dezoito anos de idade, cometer discriminação, pequena que seja, e passar abjurando esse seu comportamento até alcançar os oitenta anos, poderá, sessenta e dois anos após o fato, vir a ser condenado por ele a uma pena que é irrisória”. A Lei 7.716/1989 prevê crimes cujas penas máximas alcançam até cinco anos. 

Quem também percebeu a sinuca foi Janaina Paschoal, que além de deputada eleita pelo PSL de São Paulo é professora livre-docente da Faculdade de Direito da USP. “Quando do julgamento do Ellwanger, dada a argumentação, eu já alertei para o risco de tentarem fazer uma interpretação analógica. Desse modo, o raciocínio dos postulantes não está errado”, afirmou à Gazeta do Povo. “No entanto, há um impedimento de ordem técnica, que julgo intransponível, qual seja, justamente o princípio da estrita legalidade”, acrescentou. 

Janaina se refere a um princípio central do direito penal de inspiração liberal. Se ele é a arma mais pesada do Estado contra o indivíduo, deve ser usado com a máxima cautela. Na Constituição brasileira, ele está previsto no inciso XXXIX ao artigo 5º: “não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal”. Na interpretação desse dispositivo, “lei” deve ser lida apenas como o ato do Poder Legislativo e, na aplicação das leis, os juízes devem cuidar para não expandir o sentido das palavras. 

Os autores das ações conhecem essa dificuldade e, por isso, pedem que, se o STF não equiparar a homofobia ao racismo, que pelo menos a consideram “discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais”, pois o artigo XLI ao artigo 5º da Constituição prevê que a lei deverá punir essas condutas. Nesse caso, o Supremo poderia declarar o Congresso em mora, mas não determinar que os crimes previstos na Lei 7.716/1989 abrangem também condutas homofóbicas. 

“A criminalização da homofobia, como está proposta nessas ações, está direcionada a um posicionamento razoavelmente consensual no mundo cristão e trata-se de uma criminalização contra direitas e liberdades fundamentais do cidadão, especialmente a liberdade religiosa”, avalia Marcelo Azevedo, doutor em direito constitucional pela PUC-SP.



“A doutrina da Igreja Católica, por exemplo, condena os atos homossexuais como desordenados – um entre tantos outros – mas o ativismo identitário moderno reduz a pessoa humana ao que é uma mera qualificação. Para o cristianismo, o ser humano não é homossexual, transexual ou heterossexual. O que se critica são os atos. As pessoas homossexuais devem ser alegremente acolhidas, com respeito, compaixão e delicadeza”, explica. 

Não é a primeira tentativa de criminalizar a homofobia pela vida judicial. Em 2014, a Primeira Turma do STF, por unanimidade, absolveu o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por uma postagem supostamente homofóbica no Twitter. "A podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam ao ódio, ao crime, à rejeição", escreveu o deputado. 

A subprocuradora-geral da República Deborah Duprat queria enquadrar Feliciano no artigo 20 da Lei 7.716/1989, que prevê o crime de “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. O relator, ministro Marco Aurélio, considerou o tipo penal claro e lembrou justamente o inciso XXXIX da Constituição para argumentar que não há crime sem lei anterior que o defina. 

“A homofobia, ainda que careça de maior precisão conceitual, é completamente diferente do racismo, mesmo na discussão que o STF fez no caso Ellwanger”, diz Azevedo. “Essa ação está inserida nesse contexto que está fazendo a alegria do ativismo judicial, mas há um Congresso novo e um novo Executivo eleitos, uma mudança de posições na sociedade, que devem ter reflexos nesse contexto”, avalia. 

“A criminalização da homofobia, como está proposta nessas ações, está direcionada a um posicionamento razoavelmente consensual no mundo cristão e trata-se de uma criminalização contra direitas e liberdades fundamentais do cidadão, especialmente a liberdade religiosa”, diz Azevedo. 

Incerteza conceitual 

Críticos da proposta de criminalizar a homofobia em geral lembram que os homossexuais e transexuais já estão protegidos pelas leis que proíbem o homicídio e as lesões corporais, por exemplo. 

Para além disso, citam a falta de clareza na definição de homofobia. “Ativistas têm usado indiscriminadamente a expressão para todo e qualquer fato, ação, omissão ou falha de comportamento em face do público LGBT independente do motivo ao final descoberto: uma simples crítica ou discordância se torna, preconceito, homofobia”, diz Candido Alexandrino Neto, membro do Conselho Fiscal do Instituto Brasileiro de Direito e Religião (IBDR) e mestre em direito constitucional. 

Um reflexo disso podem ser os dados do Grupo Gay da Bahia (GGB), principal fonte citada sobre assassinato de homossexuais e transexuais. O geneticista Eli Vieira, homossexual que tem se dedicado a criticar as pautas identitárias, divulgou resultados preliminares de uma reanálise dos do GGB. 

O esforço envolveu revisitar, a partir das fontes na imprensa, de onde partem os relatórios do GGB, 184 dos 347 casos de mortes por supostas intenções homofóbicas em 2017. Segundo Vieira, apenas 6% dos casos se confirmaram na reanálise, 42% foram considerados de motivação não homofóbica e 47%, inconclusivos. No mesmo ano, o Brasil registrou 63.800 mortes violentas, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.



A discussão legislativa 

A criminalização da homofobia esteve em pauta no Congresso entre 2001 e 2014. O pleito ganhou relevância nacional durante a tramitação Projeto de Lei (PL) 122/2006. De autoria da então deputada Iara Bernardi (PT-SP), em 2001, o projeto foi aprovado na Câmara em 2005 e tramitou no Senado – primeiro avulso, depois apensado à proposta de novo Código Penal – por mais oito anos até ser arquivado. A proposta inicial previa apenas a imposição de sanções administrativas, a exemplo do que já fazem alguns estados, a discriminação contra homossexuais e transexuais. 

Em 2005, no entanto, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, acolheu o relatório do deputado Luciano Zica (PT-SP), prevendo a modificação justamente da Lei 7.716/1989, que passaria punir, além dos crimes de ódio e intolerância resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião e origem, também os resultantes de discriminação ou preconceito de “gênero, sexo, orientação sexual, identidade de gênero ou condição de pessoa idosa ou com deficiência”. 

O projeto acabou enfrentando forte oposição da Frente Parlamentar Evangélica (FPE), que temia que a redação ampla e genérica do projeto pudesse avançar sobre a liberdade de crítica a condutas homossexuais e à ideologia de gênero. A relatora do PL na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), a então senadora Marta Suplicy, que estava no PT de São Paulo, chegou a propor uma ressalva às manifestações religiosas, mas foi criticada por ativistas LGBT. 

Pela proposta da senadora, o artigo 20 da lei 7.716/1989, que “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito”, além de passar a proteger a orientação sexual e a identidade de gênero, passaria também a prever que a previsão “não se aplica à manifestação pacífica de pensamento decorrente de atos de fé, fundada na liberdade de consciência e de crença de que trata o inciso VI do art. 5º da Constituição Federal”. 

A reação do Congresso 

Diante do impasse, o projeto acabou definitivamente arquivado em 2014, depois de passar a tramitar apensado à proposta de Novo Código Penal. Deputados conservadores estão manifestando preocupação com a proposta de criminalizar a homofobia pela via judicial. Nesta terça-feira (12), o presidente do Supremo, ministro Dias Toffoli, tem duas reuniões marcadas para tratar do assunto, uma com integrantes da FPE, outra com os deputados Marcos Pereira (PRB-SP), primeiro vice-presidente da Câmara, e Jhonatan de Jesus (PRB-RR), líder do PR na Câmara. A reação ao julgamento começou na internet e em grupos de WhatsApp. 

Os deputados da FPE avaliam que a postura do STF será crucial para determinar o ritmo da tramitação do PL 4.754/2016, que inclui entre os crimes de responsabilidade dos ministros do STF, previstos na Lei 1.079/1950 a hipótese de “usurpar competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo”. O PL tramitou em 2016 sem fazer muito barulho, mas chegou a receber um parecer favorável do deputado Marcos Rogério (DEM-GO), em setembro daquele ano, na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).



Em entrevista à Gazeta do Povo na semana passada, o deputado João Campos (PRB-GO) sinalizou neste sentido. "Vamos ter a grande oportunidade de ver se todo esse discurso [de moderação do presidente do STF] caminha para um comportamento menos ativista e, se não houver harmonia entre o discurso e aquilo que vai acontecer, nós vamos ter de dar um tratamento mais célere a este projeto de lei”, declarou. Muitos deputados e da base aliada do presidente Jair Bolsonaro (PSL) consideram o projeto urgente e prioritário.




fonte: https://www.gazetadopovo.com.br/justica/stf-julga-acao-que-iguala-homofobia-a-racismo-na-quarta-13-bancada-evangelica-reage-ac10en3jhn36adb9jvje779gl/
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:22 pm



Mourão diz que criminalizar a homofobia é "passo além da necessidade" 

Para o vice-presidente, "não há urgência" no assunto e o tema deveria ser discutido pelo Congresso; STF decide hoje se homofobia passa a ser crime 

O vice-presidente Halmilton Mourão manifestou sua opinião sobre o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que pode criminalizar a homofobia no Brasil. Nessa quarta-feira (13), Mourão afirmou que igualar homofobia ao racismo é "um passo além da necessidade". 

“Acho que crime cometido contra qualquer pessoa, independentemente da opção sexual dela ou gênero, é crime. Agora, esse assunto de querer transformar homofobia num crime igual ao racismo é um passo além da necessidade que nós temos”, disse. 

O vice-presidente disse ainda que "não há urgência" no assunto e que o tema deve ser discutido pelo Congresso, e não pelo STF. “É ele [Congresso Nacional] que faz as leis”, finalizou Mourão . 

Em sua conta do Twitter, Bolsonaro também falou que julgar o assunto cabe "exclusivamente ao Congresso Nacional" e que a tentativa do STF de aprovar a descriminalização é "atentória à competência do Poder Legislativo de legislar sobre o tema". 

O presidente ainda concordou com o posicionamento do advogado-geral da União, André Mendonça, que defende que a LGBTfobia pode ser enquadrada em tipos penais já existentes, como homicídio e lesão corporal. 

O Supremo marcou para hoje , a partir das 14h, a conclusão do julgamento da ação protocolada pelo PPS para criminalizar ações preconceituosas contra o público LGBT. Os ministros devem definir se o STF pode criar regras temporárias para punir agressores, devido à falta de aprovação da matéria no Congresso Nacional. 

No entendimento do PPS, a minoria LGBT deve ser incluída no conceito de "raça social" e quem cometer homofobia deve ser punido na forma do crime de racismo, cuja conduta é inafiançável e imprescritível. A pena varia entre um a cinco anos de reclusão, conforme a conduta.


fonte: https://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2019-02-14/criminalizacao-homofobia-mourao.html
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:23 pm



Depois de 'Vingadores: Ultimato', um super-herói ou uma super-heroína gay pode ser o próximo passo da Marvel 

Personagem LGBTQ apareceu rapidamente no último longa da franquia 'Vingadores' e há indícios de que próximas produções podem abordar esse universo; críticos dizem que empresa, que levou anos para incluir protagonista negro e mulher, deveria apostar ainda mais em diversidade. 

ALERTA DE SPOILER! Este texto contém detalhes de filmes da Marvel, incluindo lançamentos recentes. 

Você pode não saber, mas a Marvel apresentou seu primeiro personagem LGBTQ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Queers) no recente filme 'Vingadores: Ultimato'. 

Não, ele não participou da batalha final. É o homem enlutado que integra o grupo de apoio liderado por Steve Rogers, o Capitão América. 

Na cena, o personagem fala de quando perdeu seu parceiro após o estalo de Thanos e sobre como algum tempo depois ele saiu para um encontro com outro homem, no qual choraram a morte dos que se foram. 

O personagem era tão importante para o diretor Joe Russo que ele mesmo decidiu interpretá-lo. 

"É um momento perfeito, porque uma das coisas que são mais atrativas para o universo Marvel é seu foco na diversidade", disse Russo em entrevista à revista Deadline. "Era importante para nós, como fizemos quatro desses filmes, que existisse um personagem gay em algum deles. Sentimos que era importante que um de nós o representasse, para garantir a integridade e mostrar que é tão importante para os cineastas que um de nós tenha representado isso. É um momento perfeito, porque uma das coisas que precisa ser convincente sobre o Universo Marvel é o seu foco na diversidade." 

Os espectadores foram apresentados ao universo dos Vingadores em uma série de filmes: "Homem de Ferro" em 2008, "Thor" e "Capitão América" em 2011. 

São três filmes de enorme sucesso sobre homens brancos com superpoderes. 

Somente em 2018 a Marvel levou às telas um longa protagonizado por um personagem negro, "Pantera Negra", e, em 2019, uma produção encabeçada por uma mulher, "Capitã Marvel". 

E nenhum dos 22 filmes da franquia Vingadores, em 11 anos, incluiu um personagem principal que é LGBTQ. 

"Eu acho que é muito revelador que os irmãos Russo (os diretores Anthony e Joe Russo) tenham feito tanto alarde sobre a inclusão de um personagem abertamente gay", disse Philip Ellis, um jornalista da cultura pop de Birmingham, ao programa Newsbeat da BBC. "Se eles não tivessem dito nada sobre isso, aquela cena poderia ter sido vista como uma agradável surpresa, mas como eles fizeram tanto alarde, ela deixou bastante a desejar." 

A cena também desapontou outra jornalista, Gabriella Geisinger, que escreve sobre filmes para o jornal inglês The Daily Express. 

"Não tinha aquele letreiro de neon para chamar a atenção, o que de certa forma é bom e normaliza isso." Mas, por outro lado, segundo ela, a cena passa tão batida que não mostra o quão significativa é. 

Personagem bissexual 

É possível que já exista um personagem gay em Vingadores. 

A atriz Tessa Thompson sempre deu vida à sua personagem Valquíria como se ela fosse bissexual, isso estando ou não no roteiro. 

"Mesmo que não esteja escrito no roteiro, a maneira que ela interage com o mundo ao seu redor vem de um lugar de ser uma mulher bissexual", diz Geisinger.


Dentro do universo cinematográfico da Marvel ainda estamos em uma era de pioneirismo - com personagens negros e femininos apenas começando a liderar filmes nos últimos 18 meses. 

Tanto "Pantera Negra" quanto Capitã Marvel ganharam mais de US$ 1 bilhão (R$ 3,94 bilhões) nas bilheterias mundiais - muito mais do que "Thor: Ragnarok", "Homem Aranha: De Volta ao Lar" ou "Doutor Estranho". 

O próximo herói da Marvel parece que será um personagem LGBTQ, interpretado por um ator gay em "Os Eternos" - que fala de uma antiga raça de seres superpoderosos que ganharam poderes devido às experiências de um raça alienígena chamada Os Celestiais. 

"Vai ser muito decepcionante se eles escolherem um tipo muito tradicional masculino, como Capitão América, que seja gay apenas no nome", diz Philip. 

"Homens brancos são vistos como um padrão tanto na cultura pop em geral quanto na comunidade LGBTQ. Eu gostaria de ver uma mulher negra gay no papel principal ou um herói não-binário (a pessoas cuja identidade ou expressão de gênero não se limita às categorias masculino ou feminino)." 

Censura 

Philip diz que, se esse passo da Marvel se confirmar, já é possível esperar reações críticas a "Os Eternos" em lugares como a China, onde o conteúdo LGBTQ em filmes é fortemente censurado. 

"Não deveria ser assim, mas é preciso um certo tipo de coragem criativa para contar esses tipos de histórias e incluir esses personagens", diz ele. "Nós assumimos que os personagens são heterossexuais a menos que nos digam o contrário. Vai ser interessante e, provavelmente, bastante confuso quando tivermos esses primeiros grandes personagens gays em filmes de franquias gigantes. Mesmo em uma versão muito editada, você tem pessoas que são gays e marginalizadas em lugares como Rússia e China e elas merecem se ver na tela também." 

E, embora a franquia dos Vingadores seja sobre heróis e galáxias, os relacionamentos românticos desempenharam um papel importante em muitas das histórias de seus personagens. 

O relacionamento da Feiticeira Escarlate e Visão é uma parte fundamental de "Vingadores: Guerra Infinita" e resulta em uma das cenas mais repletas de ação em "Vingadores: Ultimato". 

O amor do Capitão América por Peggy Carter também o leva a uma decisão importante em "Vingadores: Ultimato". 

A jornalista Gabriella Geisinger diz que gostaria de ver filmes de super-heróis tratando com a mesma importância e naturalidade relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. 

"Nós entramos nesses filmes assumindo que todos os personagens são heterossexuais, a menos que nos digam o contrário", diz ela. "Infelizmente, até que a sociedade chegue a um ponto em que não precisemos assumir isso, acho que você sempre terá que fazer uma pequena declaração sobre um personagem e sua orientação sexual." 

Para Philip, seria uma inspiração para a geração mais jovem se a Marvel mostrasse um heróis LGBTQ na tela, "abertamente gay, vivendo sua melhor vida" e "salvando o universo".



fonte: https://g1.globo.com/google/amp/pop-arte/noticia/2019/05/05/depois-de-vingadores-ultimato-um-super-heroi-ou-uma-super-heroina-gay-pode-ser-o-proximo-passo-da-marvel.ghtml
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:24 pm



Natura lança campanha com beijos entre mulheres e provoca pedidos de boicote 

A empresa divulgou a nova coleção de batom por meio de suas redes sociais, que já é o assunto mais comentado no Twitter 

Rio - A nova campanha da loja de cosméticos Natura optou por representar relações afetivas entre mulheres e provocou campanhas de boicote em grupos conservadores nas redes sociais. A empresa divulgou a nova coleção de batom na segunda-feira por meio de suas redes sociais. "Que nossa maquiagem só borre por causa de beijos cheios de AMOR! Para divulgar a nova #ColeçãoDoAmor, convidamos três casais para contar suas histórias e celebrar a diversidade!", diz a publicação. 

A campanha convidou três casais para contar sua história. São elas: duas mulheres cisgêneros, uma drag queen e uma mulher cisgênero e uma mulher trans e uma mulher cis. A peça publicitária apresenta, por exemplo, duas mulheres que se apaixonaram na aula de balé. Em seguida, as duas aparecem dando um beijo. 

A reação, com o estímulo de boicote à Natura, apareceu em grupos no WhatsApp na noite de segunda e já é o assunto mais comentado no Twitter nesta terça-feira com a hashtag '#BoicoteNatura'. Em contrapartida, apoiadores e pessoas ligadas à comunidade LGBT apoiam a campanha de marketing. 

"Achei desnecessário, se fosse um casal hétero pensaria da mesma forma, existem outras maneiras de propaganda falando do assunto sem tanta exposição", disse uma internauta. 

"Com tantos comentários dizendo que acharam 'desnecessário', a gente só confirma a mais pura necessidade de discutir, conversar e explicar pra essas pessoas que esse preconceito mascarado, é tão ruim e mata tanto quanto a homofobia explícita. Ainda temos um longo caminho....", escreveu outra.


fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2019/05/5642376-natura-lanca-campanha-com-beijos-entre-mulheres-e-provoca-pedidos-de-boicote.html#foto=1
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:24 pm



Maioria do STF vota por enquadrar homofobia como crime de racismo; julgamento é suspenso 

Até o momento, 6 ministros votaram nesse sentido; análise será retomada em 5 de junho. Para maioria, homofobia será punida como o racismo até que Congresso legisle sobre o tema. 

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta quinta-feira (23) para enquadrar a homofobia e a transfobia como crimes de racismo. Até o momento, seis dos 11 ministros votaram nesse sentido. 

A sessão desta quinta marcou o quinto dia de julgamento sobre a criminalização de condutas discriminatórias contra a comunidade LGBTI. A análise será retomada no dia 5 de junho com os votos de cinco ministros 

As ações pedem a criminalização de todas as formas de ofensas, individuais e coletivas, homicídios, agressões e discriminações motivadas pela orientação sexual e/ou identidade de gênero, real ou suposta, da vítima. 

Até o momento, votaram para enquadrar homofobia e transfobia na lei de racismo os ministros Celso de Mello, Edson Fachi, Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. 

O julgamento havia sido interrompido em fevereiro e foi retomado nesta quinta, mesmo depois de o Senado ter avançado em um projeto de lei sobre o tema na quarta (22). Antes da análise do tema ser retomada, nove dos 11 ministros entenderam que o avanço de um projeto no Congresso não significa que não haja omissão do Legislativo sobre o tema. 

Apenas os ministros Marco Aurélio Mello e o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, foram contrários à retomada do julgamento. Para os dois, o STF deveria esperar o Congresso legislar. 

Votos 
No início do julgamento, em fevereiro, os relatores das ações, os ministros Celso de Mello e Edson Fachin, entenderam que o Congresso Nacional foi omisso e que houve uma demora inconstitucional do Legislativo em aprovar uma lei para proteger homossexuais e transexuais. 

Para eles, cabe ao Supremo aplicar a lei do racismo para preencher esse espaço, até que os parlamentares legislem sobre o tema. Os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso votaram no mesmo sentido. 

Na sessão desta quinta, a ministra Rosa Weber também votou para criminalizar atos violentos contra homossexuais. Para ela, há temas que "a palavra se impõe, e não o silêncio". "E este é um deles", disse. 

"A mora do Poder Legislativo em cumprir a determinação da Constituição está devidamente demonstrada. Entendo que o direito à própria individualidade, identidades sexual e de gênero, é um dos elementos constitutivos da pessoa humana", votou a ministra, acompanhando o voto dos relatores. 

Em seguida, o vice-presidente do STF, ministro Luiz Fux, deu o sexto voto a favor, formando maioria para reconhecer a omissão do Legislativo e enquadrar a homofobia como crime. 

"Delitos homofóbicos são tão alarmantes quanto a violência física", afirmou Fux, citando "níveis epidêmicos de violência homofóbica". 

"Depois do Holocausto, jamais se imaginou que um ser humano poderia ser alvo dessa discriminação e violência", disse o ministro.


Entenda o julgamento 

As ações foram apresentadas pelo PPS e pela Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT). Elas pedem que a Corte fixe um prazo para o Congresso votar projetos de lei sobre o tema. 

Caso esse pedido não seja aceito, pedem que o Supremo reconheça a omissão e demora inconstitucional do Legislativo em votar projetos de lei e equipare a lei do racismo para que ela passe a ser aplicada em casos de crimes cometidos contra homossexuais e transexuais.



fonte: https://g1.globo.com/politica/noticia/2019/05/23/stf-forma-maioria-para-enquadrar-homofobia-como-crime-de-racismo.ghtml
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 4:25 pm



Globo exibe beijo entre dois homens na série 'Sob Pressão' 

'É um desafio dramatúrgico maravilhoso', disse Bruno Garcia ao site oficial da série 

Rio - A Rede Globo exibiu um beijo entre dois homens no episódio desta quinta-feira da série "Sob Pressão". Na cena, Kleber (Kelner Macêdo) chega perto de Décio (Bruno Garcia) e começa uma conversar. 

"E aí, lembra de mim?", pergunta. "Quase não te reconheci sem a purpurina", responde o médico. "Está de plantão ou foi liberado?", pergunta Kleber. "Você parece ser um cara legal, mas é meu paciente. Existe um código de ética médica que eu tenho que seguir. Me desculpa", responde o médico. Kleber não desiste e avisa que já recebeu alta. Neste momento, o beijo acontece. 

Em entrevista ao site oficial da série, Bruno Garcia disse que não tem problemas com cenas românticas entre dois homens. "Zero problema em dar um beijo na boca de outro homem, pelo contrário, é até um desafio dramatúrgico maravilhoso. A gente está fazendo um seriado que é realista. Não tem discussão: 'Vamos dar o beijo e é isso, vamos só cuidar para que a cena seja delicada e não pareça apelativa'", afirmou. 

A cena foi ao ar no mesmo dia em que o Superior Tribunal Federal (STF) criminalizou a homofobia. Seis dos 11 ministros votaram pela equiparação da homofobia ao crime de racismo. Mesmo com a maioria, a decisão só passará a valer após o fim do julgamento, quando todos os ministros votarem. O julgamento será retomado no dia 5 de junho. 

Luis Eduardo Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 1e283a3Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 3e283a3 #EleNão @LuisEduardoCor1 
Então teve beijo gay na série ´Sob Pressão´ da Globo Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 E29da4 O beijo foi exibido justamente no dia que a LGBTfobia foi criminalizada Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 E29da4 Obrigado pelos refrescos Globo Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 E29da4 #SobPressão 
00:10 - 24 de mai de 2019 

ton martinez |K-12| Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 F09fa684 @ton_jardim21 
Ai eu queria ver esses homofobicos se mordendo com a cena do beijo gay em sob pressão.#SextaDeTremuraSDV 
00:07 - 24 de mai de 2019 

ValeDosHomossexuais @HOM0SSEXUAIS 
E esse beijo de língua agora na Globo em Sob Pressão, hein? GLOBO CONTE COMIGO PRA TUDO! Homossexualismo - topico oficial (Parte II) - Página 33 F09f8fb3e2808df09f8c88 
23:55 - 23 de mai de 2019 

zago @zaagooo 
berro que em sob pressão teve mais beijo gay que no casamento de Carlinhos Maia 
23:10 - 23 de mai de 2019 

Tô passada,chocada! @jordaancruzz 
E esse beijo Gay no Sob Pressão 
Eu fiquei paaaasmo #SobPressão 
23:10 - 23 de mai de 2019


fonte: https://odia.ig.com.br/diversao/televisao/2019/05/5646037-globo-exibe-beijo-entre-dois-homens-na-serie--sob-pressao.html
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Mensagem por Lit San Ares em Sex 24 Maio 2019, 5:48 pm

Essa série... Sob Pressão, tem boa história, direção firme, atuação convincente de bons atores, boas locações, fotografia, música de alta qualidade, figurino?
Ou tudo se resume num beijo gay?
Se está resumido no tal beijo... ela é algo a ser esquecido, antes mesmo de ser assistido.
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 24 Maio 2019, 8:40 pm

Lit San Ares escreveu:Essa série... Sob Pressão, tem boa história, direção firme, atuação convincente de bons atores, boas locações, fotografia, música de alta qualidade, figurino?
Ou tudo se resume num beijo gay?
Se está resumido no tal beijo... ela é algo a ser esquecido, antes mesmo de ser assistido.

a intenção da globo é inserir uma conduta como se fosse normal, ela sabe que é uma midia que influencia na conduta da sociedade em varios meios e faixas de idade. Muitas condutas comportamentais na sociedade de tempos em tempos foram mudadas em virtude de comportamento ou uso de acessórios nas novelas

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Mensagem por Ebenezer em Sab 25 Maio 2019, 11:24 am

EVANGELISTA/RJ/MSN escreveu:
Lit San Ares escreveu:Essa série... Sob Pressão, tem boa história, direção firme, atuação convincente de bons atores, boas locações, fotografia, música de alta qualidade, figurino?
Ou tudo se resume num beijo gay?
Se está resumido no tal beijo... ela é algo a ser esquecido, antes mesmo de ser assistido.

a intenção da globo é inserir uma conduta como se fosse normal, ela sabe que é uma midia que influencia na conduta da sociedade em varios meios e faixas de idade. Muitas condutas comportamentais na sociedade de tempos em tempos foram mudadas em virtude de comportamento ou uso de acessórios nas novelas

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essa redeglobo é muito demoníaca, nada de sua programação presta! Será que sou só eu que percebo isto?
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 30 Ago 2019, 9:39 pm

Pesquisa conclui que não existe um gene que determine a homossexualidade

fonte:

http://g1.globo.com/globo-news/jornal-globo-news/videos/v/pesquisa-conclui-que-nao-existe-um-gene-que-determine-a-homossexualidade/7882497/
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Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 14 Set 2019, 8:18 pm



[size=44]Sobrinho-neto de Silas Malafaia vai se casar com cantor ex-'The Voice'[/size]

Família Malafaia não aprova a união dos rapazes


O ex-'The Voice' Leandro Buenno e o modelo Rodrigo Westermann ficaram noivos e vão se casar em novembro. O casal não esconde a felicidade de trocar alianças e celebrar o amor. Contudo, a alegria não é completa pelo fato de a família do modelo não aprovar a união dos rapazes. É que Rodrigo pertence à família Malafaia, tradicional clã evangélico liderado por Silas Malafaia.
Segundo o modelo, que tem 29 anos, eles não aprovam o casamento de duas pessoas do mesmo sexo. "Sou parente do Silas Malafaia e tenho uma família bem evangélica. Eu nunca o conheci, ele não é próximo. É meu tio-avô. Eu postei (sobre o casamento) nas redes sociais onde todos me acompanham e eles simplesmente ignoraram pelo fato de abominarem a união de duas pessoas do mesmo sexo. Não recebi nem meia mensagem de apoio ou felicidade, nem um 'legal' ou 'parabéns'. Eles ignoraram como fazem com tudo que sai do que é correto para eles. Ignoram ou julgam", contou Rodrigo para a coluna. 

fonte:

https://fabiaoliveira.odia.ig.com.br/colunas/fabia-oliveira/2019/09/5681162-sobrinho-neto-de-silas-malafaia-vai-se-casar-com-cantor-ex--the-voice.html#foto=1
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Mensagem por rbarros em Dom 15 Set 2019, 6:57 pm

Triste...


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem! (Pierre Clastres - antropólogo, etnólogo e filósofo francês)
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