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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 29 Dez 2017, 10:50 am



Preço da gasolina e do diesel tem novos reajustes nas refinarias 

Variações fazem parte do modelo de reajustes praticados pela estatal em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional

Brasília - O preço da gasolina e do diesel comercializados nas refinarias da Petrobras sofrerão novos reajustes. De acordo com a empresa, nesta sexta-feira, a gasolina sobe 1,7% e o diesel 1,1%. A partir deste sábado, haverá novo aumento, de 1,9% para a gasolina e 0,4% para o diesel.

Nesta semana, o preço dos combustíveis nas refinarias já haviam sido ajustados. Na última, houve aumento de 1,1% no diesel e redução de 0,4% na gasolina. Na quinta-feira, também houve aumento de 0,9% no diesel. 

As variações fazem parte do modelo de reajustes frequentes praticados pela Petrobras, “em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional”, segundo a estatal.

“Analisamos nossa participação no mercado interno e avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, acrescenta a empresa.

O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustíveis. O histórico das últimas variações praticadas pela Petrobras está disponível da página da estatal.

fonte:

http://odia.ig.com.br/economia/2017-12-29/preco-da-gasolina-e-do-diesel-tem-novos-reajustes-nas-refinarias.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 29 Dez 2017, 10:52 am



Preço do etanol sobe em 17 Estados e no Distrito Federal 

Em outras oito unidades da federação houve recuo nos preços do biocombustível e no Piauí o indicador ficou estável

Brasília - Os preços do etanol hidratado nos postos brasileiros subiram em 17 Estados e no Distrito Federal na semana passada, segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Em outras oito unidades da federação houve recuo nos preços do biocombustível e no Piauí o indicador ficou estável. 

Em São Paulo, principal Estado produtor e consumidor, a cotação média do hidratado apresentou alta de 2,34% na semana, de R$ 2,734 para R$ 2,798 o litro. No período de um mês, os preços do combustível subiram 7,70% nos postos paulistas. A maior alta no preço do biocombustível na semana passada, de 5,19%, foi no Mato Grosso. A maior baixa semanal, de 1,76%, ocorreu na Bahia. 

No período de um mês, os preços do etanol subiram em 17 Estados e no Distrito Federal. A maior alta, de 7,70%, foi registrada em São Paulo. O maior recuo mensal foi em Goiás (-8,39%). 

No Brasil, o preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 2,277 o litro, em Mato Grosso, e o máximo individual foi de R$ 4,39 o litro, no Rio Grande do Sul. O menor preço médio estadual foi de R$ 2,493 o litro, também em Mato Grosso, e o maior preço médio ocorreu no Rio Grande do Sul, de R$ 3,756 o litro. 

Etanol perde competitividade em SP 

Segundo a ANP, o etanol hidratado perdeu a competitividade em relação a gasolina no Estado de São Paulo no período de 17 a 23 de dezembro. O preço médio equivale a 71% do valor cobrado pela gasolina. Já nos Estados de Goiás e Mato Grosso o biocombustível segue competitivo. O levantamento considera que o combustível da cana, por ter menor poder calorífico, tenha um preço limite de 70% do derivado de petróleo nos postos para ser considerado vantajoso.

Em Mato Grosso, o biocombustível é vendido em média por 59,37% do preço da gasolina. Em Goiás, a paridade é de 64,10%. Entretanto, em Minas Gerais, a média ficou em 70,23% na semana, acima do registrado na semana anterior, de 69,84% do preço da gasolina. 

A gasolina permanece mais vantajosa principalmente em Roraima. Naquele Estado, o preço do etanol atinge 90,23% do cobrado em média pela gasolina.

fonte: http://odia.ig.com.br/economia/2017-12-26/preco-do-etanol-sobe-em-17-estados-e-no-distrito-federal.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 03 Jan 2018, 9:04 am



Temer veta verba extra para educação básica 

A ampliação de recursos estava prevista em duas emendas apresentadas pelos parlamentares durante a votação do orçamento, no Congresso

Brasília - O presidente Michel Temer sancionou, nesta terça-feira, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2018, com apenas um veto: a verba complementar de R$ 1,5 bilhão ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O texto será publicado nesta quarta no Diário Oficial da União. 

A ampliação de recursos estava prevista em duas emendas apresentadas pelos parlamentares durante a votação do orçamento, no Congresso. Segundo o Planalto, o presidente vetou o repasse extra, lembrando que o Fundo já tinha sido contemplado com aumento de cerca de R$ 14 bilhões, em relação a 2017.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, minimizou o impacto de veto e disse que o complemento da União ao Fundeb "está preservado". Segundo ele, para contar com esse recurso adicional, seria preciso realocar recursos dentro da pasta, o que implicaria em menos dinheiro para outras áreas. "Não adianta dar mais recurso para uma área de tirar de outras, como educação básica e universidades, por exemplo", afirmou ao Broadcast Político. 

"Temos um governo realista, com um orçamento cada vez mais realista", disse o ministro.

Caso o recurso adicional fosse mantido, seria a primeira vez que a compensação ultrapassaria o valor mínimo definido por lei. A complementação da União ao Fundeb, destinada para a Educação dos estados mais pobres do País, é uma das poucas despesas fora do teto de gastos.

rçamento 

A proposta aprovada pelo Congresso contabiliza uma série de medidas de ajuste que ainda não foram aprovadas pelos parlamentares e que podem deixar um buraco de R$ 21,4 bilhões nas contas deste ano. 

Para atender aos inúmeros pedidos dos parlamentares, o relator-geral do Orçamento de 2018, deputado Cacá Leão (PP-BA), fez cortes em uma série de despesas propostas pelo Poder Executivo, incluindo programas sociais como o Minha Casa, Minha Vida (MCMV). 

Esses recursos, que totalizaram cerca de R$ 5,3 bilhões, foram remanejados para atender às demandas das bancadas, que queriam contemplar suas bases eleitorais, sobretudo em ano de campanha. Só no MCMV, a perda foi de cerca de R$ 1 bilhão. O corte foi considerado necessário pelos parlamentares porque o projeto chegou ao Legislativo com uma folga de apenas R$ 170 milhões para o teto de gastos do ano que vem, deixando pouca margem de manobra. 

O governo deve enfrentar dificuldades para equilibrar o Orçamento de 2018. Hoje, existe uma "folga" de aproximadamente R$ 2 bilhões, já que o déficit projetado (R$ 157 bilhões) está abaixo do rombo de R$ 159 bilhões permitido pela meta fiscal. Um espaço insuficiente para compensar qualquer frustração nas medidas de arrecadação ou um eventual aumento de gastos.

fonte: http://odia.ig.com.br/brasil/2018-01-02/temer-veta-verba-extra-para-educacao-basica.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 07 Jan 2018, 1:00 pm



Verba pagou até show de Wesley Safadão

BRASÍLIA - Embora a maior parte do dinheiro tenha sido destinada à saúde, a lista de emendas parlamentares pagas pelo governo em 2017 inclui de show do cantor Wesley Safadão a campeonato de motocross no interior de Minas. Do total de R$ 2,27 bilhões liberados, pelo menos R$ 5,73 milhões serviram para quitar cachês de artistas.

Em junho, por exemplo, o Ministério do Turismo repassou R$ 1,2 milhão à prefeitura de Maracanaú, no Ceará, por indicação da deputada Gorete Pereira (PR-CE). A emenda havia sido empenhada no mês anterior e serviu para pagar a 13.ª edição da Festa de São João da cidade. O show de abertura coube a Wesley Safadão, famoso por hits como Aquele 1% e Ar Condicionado no 15. Ele cobrou R$ 246 mil pela apresentação.

O valor enviado à prefeitura foi quase integralmente usado para pagar cachês. Além de Safadão, apresentaram-se as duplas sertanejas Bruno & Marrone (cachê de R$ 250 mil), Victor & Léo (R$ 200 mil) e bandas como Aviões do Forró (R$ 180 mil). 

O repasse ocorreu em 7 de junho, antes da primeira denúncia contra o presidente Michel Temer ser apresentada, mas após a revelação da delação de executivos do Grupo J&F. Gorete votou a favor de Temer nas duas denúncias. Ela nega relação da liberação do recurso com o seu voto. 

Ao todo, o governo pagou R$ 7,15 milhões para promoção e marketing de municípios, ação na qual se enquadra o repasse para artistas. Valor bem próximo do que foi destinado para universidades federais (R$ 7,38 milhões) e superior ao enviado para obras de infraestrutura hídrica (R$ 2,58 milhões). 

Festas 

Ao todo, foram 55 artistas, em 20 cidades, com cachês que variaram de R$ 30 mil aos R$ 250 mil de Bruno & Marrone. Ao menos outras sete prefeituras que receberam repasses via emendas usaram o dinheiro para contratar atrações artísticas para festas juninas. 

Em Sapiranga, no Rio Grande do Sul, porém, foram enviados R$ 700 mil para financiar a 34.ª Festa das Rosas. 

O pagamento se deu por meio de uma emenda do deputado federal Renato Molling (PP-RS), aliado de Temer e marido da prefeita da cidade, Corinha Beatris Ornes Molling. O evento teve shows de Michel Teló (cachê de R$ 170 mil), Titãs (R$ 126 mil), Naiara Azevedo (R$ 160 mil), entre outros. 

Mas as emendas não financiaram só saúde e shows. Uma emenda parlamentar do deputado Tenente Lúcio (PSB-MG) garantiu R$ 250 mil para a realização da 5.ª etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross de Tupaciguara, em Minas. O convênio com o Ministério do Esporte que viabilizou o repasse foi oficializado no dia 23 de outubro, dois dias antes de Tenente Lúcio dar seu voto contra o andamento da segunda denúncia contra Temer, a exemplo do que já havia feito em agosto. 

A depender das emendas indicadas no Orçamento de 2018, o pagamento de shows continua garantido para este ano. Deputados e senadores destinaram, ao todo, R$ 32,93 milhões para “promoção e marketing de municípios no cenário nacio. 

fonte:

https://www.msn.com/pt-br/noticias/brasil/verba-pagou-at%C3%A9-show-de-wesley-safad%C3%A3o/ar-BBHZEhe?li=AAggXC1&ocid=mailsignout
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 08 Jan 2018, 1:41 pm



Saúde e educação perdem R$ 472 milhões para campanhas

O fundo eleitoral bilionário criado para bancar as campanhas políticas com recursos públicos retirou R$ 472,3 milhões originalmente destinados pelos parlamentares para educação e saúde neste ano. Deputados federais e senadores, quando aprovaram a destinação de verbas para as eleições, haviam prometido poupar as duas áreas sociais de perdas. 

Levantamento feito pelo Estado mostra que o fundo receberá R$ 121,8 milhões remanejados da educação e R$ 350,5 milhões da saúde. O valor corresponde à transferência de dinheiro das emendas de bancadas – que seria destinado a esses setores – para gastos com as campanhas eleitorais deste ano. 

O fundo, aprovado em 4 de outubro do ano passado, é uma alternativa à proibição das doações empresariais e receberá, no total, R$ 1,75 bilhão. Desse montante, R$ 1,3 bilhão sairá das emendas de bancada, cujo pagamento é obrigatório pelo governo, e R$ 450 milhões da isenção fiscal que seria concedida a rádios e TVs para veicular programas partidários. 

O dinheiro será distribuído aos partidos de acordo com o tamanho de suas bancadas na Câmara e no Senado. A criação do fundo é contestada por ação que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF), sob a relatoria da ministra Rosa Weber. Ela decidiu levar o caso ao plenário da Corte e ainda não há data para o julgamento. 

A verba retirada da saúde para abastecer o caixa das campanhas seria suficiente, por exemplo, para arcar com a construção de 159 novas Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs), com sete leitos, dois médicos e atendimento médio de 150 pacientes por dia ou financiar 859 Unidades Básicas de Saúde (UBSs). 

Os recursos que deixaram de ser aplicados em educação equivalem a 34% de todos os pagamentos que o governo realizou no ano passado no Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância): R$ 355 milhões, conforme dados do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O dinheiro serve para construir e equipar creches.

A Secretaria Estadual da Saúde do Espírito Santo perdeu, por exemplo, R$ 15,7 milhões para a compra de ambulâncias. Em Goiás, o programa Caminho da Escola, que compra ônibus e bicicletas para transporte escolar em núcleos rurais e periféricos, não terá R$ 18,7 milhões. 

Os principais articuladores da reforma política, quando a proposta tramitou no Congresso Nacional, afirmaram que as duas áreas não seriam prejudicadas. “Não aceito que mexa um centavo de saúde e educação”, disse à época o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Um dos idealizadores do uso das emendas como fonte de recursos, o senador Romero Jucá (MDB-RR), líder do governo Michel Temer, também rechaçou as perdas: “A proposta que eu fiz não tira dinheiro da educação, da saúde, de lugar nenhum”. Procurados, eles não foram encontrados para comentar o assunto.

Outras áreas. Além das verbas de saúde e educação, R$ 828 milhões foram retirados de áreas como segurança pública, infraestrutura, obras contra a seca e agricultura. 

Com o remanejamento de emendas de outras áreas, deixarão de ser comprados equipamentos operacionais e viaturas para a Polícia Militar do Rio (R$ 24,3 milhões). Serão retirados também R$ 33,6 milhões destinados para a construção de batalhões da PM e do Instituto Médico-Legal (IML) no Distrito Federal. No Nordeste, a construção do sistema adutor do Rio Piancó pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (Dnocs) teve R$ 10 milhões retirados. A obra deve levar água da transposição do Rio São Francisco para 18 municípios paraibanos. 

O ensino superior também foi afetado. A Universidade Federal do Acre (UFAC) teve R$ 6 milhões transferidos e a Universidade Federal do Amapá (Unifap) ficou sem a emenda que previa R$ 27 milhões para a conclusão das obras do Hospital Universitário. A expansão dos câmpus da Universidade Federal do Espírito Santos (UFES) perdeu R$ 33 milhões.

Impositivas. De acordo com o governo, as emendas são impositivas, ou seja, após aprovadas, têm de ser pagas. A definição sobre seu destino, no entanto, cabe ao Congresso, e o governo não se pronuncia sobre o assunto. O Orçamento dos ministérios não muda com o fundo. Em reportagem publicada no domingo, o Estado mostrou que, desde 2014, o valor liberado de emendas parlamentares foi o maior em 2017. 

VERBA BANCA ELEIÇÕES 

1. O que é o fundo eleitoral? 
Abastecido com recursos públicos, foi criado em 2017 para financiar as eleições. É constituído por pelo menos 30% do total da verba destinada a emendas e o restante pela compensação fiscal que emissoras de rádio e TV teriam para transmitir o programa partidário. Para este ano, está previsto R$ 1,75 bi. 

2. O que são emendas? 
É o instrumento pelo qual o parlamentar indica onde o governo vai gastar parte do Orçamento. Podem ser individuais ou coletivas. Neste ano, cada bancada apontou R$ 162,4 milhões e cada parlamentar, R$ 14,7 milhões. 

3. Como é definida a aplicação desses recursos? 
O destino dos recursos das emendas individuais é definido pelos parlamentares. Metade dos recursos deve ser enviada para ações e serviços de saúde. As emendas de bancada são discutidas em reuniões conjuntas. 

4. Como é o pagamento? 
Parte das emendas é impositiva, isto é, de pagamento obrigatório pelo governo. Aprovadas, as emendas passam a fazer parte do Orçamento dor órgãos públicos.

fonte:

https://www.msn.com/pt-br/noticias/eleicoes/sa%C3%BAde-e-educa%C3%A7%C3%A3o-perdem-rdollar-472-milh%C3%B5es-para-campanhas/ar-BBI4jNk?li=AAggXC1&ocid=mailsignout
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 10 Jan 2018, 6:10 pm



Gasolina teve 115 reajustes de julho a dezembro, e preço subiu 25%

O Brasil fechou 2017 com a menor inflação em duas décadas: 2,95%, segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado pelo IBGE nesta quarta-feira. Um dado impressionante é que foram concedidos 115 reajustes nos preços da gasolina, acumulando um total de 25,49% de aumento, de 3 de julho até 28 de dezembro (fim da coleta do IPCA de dezembro). 

Desde julho do ano passado, a petroleira optou por realizar ajustes mais frequentes nos preços da gasolina, para acompanhar a variação do preço do petróleo no mercado externo. Também em julho , o governo anunciou o reajuste na alíquota de PIS/Cofins dos combustíveis. Na gasolina, a alíquota passou de R$ 0,3816 para R$ 0,7925 por litro.

fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/gasolina-teve-115-reajustes-de-julho-dezembro-preco-subiu-25-22272983.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 10 Jan 2018, 6:11 pm



Alimentos

Após alta de 8,62% em 2016, os preços de alimentos tiveram deflação de 1,87% no ano passado, o que foi fundamental para que a inflação ficasse abaixo dos 3%. É a primeira vez que o índice anual registra deflação de alimentos desde a implantação do Plano Real. Os preços de alimentos para consumo em casa caíram 4,85%, enquanto a alimentação consumida fora de casa avançou 3,83%.

O IBGE destacou o efeito da chamada safra recorde sobre os preços. Em 2017, a produção agrícola cresceu cerca de 30%. Com maior oferta dos produtos, os preços despencaram. O grupo responde por aproximadamente 25% do orçamento das famílias brasileiras.

Na prática, os alimentos reverteram as altas de preços de 2016. O feijão carioca, por exemplo, que havia ficado 46,39% naquele ano, recuou 46,06% em 2017. Já o açúcar cristal, que tinha subido 25,3%, registrou deflação de 22,32%. Nem todos os produtos eliminaram completamente o avanço de preços de dois anos atrás. O feijão-preto, por exemplo, o mais consumido no Rio, havia subido 78,05% em 2016, e caiu 36,09% em 2017. Essa diferença pode fazer o carioca ainda sentir no bolso o peso do produto na hora de fazer as compras.

fonte:

https://extra.globo.com/noticias/economia/gasolina-teve-115-reajustes-de-julho-dezembro-preco-subiu-25-22272983.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 22 Jan 2018, 9:27 am



Gasolina do Rio é a segunda mais cara do país 

Estado fica atrás apenas do Acre no topo da lista de combustíveis com o maior preço no Brasil

São Paulo - Mesmo próximo das maiores refinarias da Petrobrás, o Rio de Janeiro está no topo da lista dos Estados que pagam mais caro pela gasolina, atrás apenas do Acre, segundo levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). O litro do combustível era vendido na capital fluminense por até R$ 4,998, na semana passada. 

Em um posto da região central da cidade, o gerente Diego Pontes conta que o movimento caiu nos últimos meses. Para compensar, o posto optou por cortar custos. "Não chegamos a demitir. Mas estamos economizando. Em água, por exemplo. E acabamos com o cafezinho do lado da bomba, para todos os clientes."

Os consumidores também buscam alternativas para economizar. O motorista profissional Milton Santos, de 60 anos, diz que passou a deixar o carro mais tempo na garagem e que "o jeito tem sido andar mais de bicicleta". "É claro que não estou satisfeito. O governo só dificulta a nossa vida." Ele afirma que, no dia a dia, não tem sentido os efeitos da queda da inflação oficial. 

O agente fiscal Nazareno dos Santos, de 65 anos, está buscando alternativas para diminuir os gastos. "Até o mês passado, a gasolina estava a R$ 3 e pouco. Agora, está a R$ 5. Passei a economizar mais em casa, a gastar menos no supermercado." 

Vizinhos 

Cubatão, cidade litorânea com 127 mil habitantes a 70 quilômetros de São Paulo, tem cenário diferente de suas vizinhas Sem praias, o município tem como base da economia as empresas do polo industrial, dentre elas a Refinaria Presidente Bernardes, da Petrobrás. Mas a localização também não ajuda quem precisa abastecer seu veículo por lá. 

De acordo com a ANP, Cubatão é a quarta cidade de São Paulo com os preços mais altos de combustíveis nos postos. O motorista particular George Harynson Vieira de Almeida, de 25 anos, diz que vai para cidades vizinhas, como Santos e São Vicente, para abastecer seu carro. "Só coloco gasolina no carro por aqui se eu estou na reserva." 

A média dos preços em Cubatão é de R$ 4,214, segundo a ANP, mas na Avenida 9 de Abril, a principal da cidade, é possível encontrar a gasolina comum até por R$ 4,289. 

"Já cheguei a pagar de R$ 0,70 a R$ 1 a menos por litro nas cidades vizinhas. Não dá para entender: como temos um combustível tão caro, se temos uma refinaria a apenas dois quilômetros de distância do posto?, questiona o jornaleiro Jason dos Santos, de 35 anos.

fonte: https://www.odia.com.br/_conteudo/2018/01/economia/5506816-gasolina-do-rio-e-a-segunda-mais-cara-do-pais.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 31 Jan 2018, 5:53 pm



População desempregada no Brasil soma 12,311 milhões de pessoas, afirma IBGE 

Por outro lado, o total de ocupados cresceu 2% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,846 milhão de postos de trabalho

Brasília - Apesar da melhora recente, o País ainda contava com 12,311 milhões de pessoas em busca de emprego no quarto trimestre de 2017, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta quarta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 

Por outro lado, o total de ocupados cresceu 2% no período de um ano, o equivalente à criação de 1,846 milhão de postos de trabalho. Há menos 31 mil desempregados em relação a um ano antes, o equivalente a um recuo de 0,3%. 

Como consequência, a taxa de desemprego passou de 12% no quarto trimestre de 2016 para 11,8% no quarto trimestre de 2017, informou o IBGE. 

No último trimestre do ano passado, o Brasil tinha 91 mil cidadãos a mais na inatividade, em relação ao patamar de um ano antes. O aumento na população que está fora da força de trabalho foi de 0,1% ante o mesmo período de 2016. 

O nível da ocupação, que mede o porcentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, foi estimado em 54,5% no quarto trimestre de 2017. 

Carteira assinada 

O mercado de trabalho no País perdeu 685 mil vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 2% no quarto trimestre de 2017 ante o mesmo período do ano anterior. 

Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,7%, com 598 mil empregados a mais. O total de empregadores cresceu 6,4% ante o quarto trimestre de 2016, com 263 mil pessoas a mais 

O trabalho por conta própria cresceu 4,8% no período, com 1,070 milhão de pessoas a mais nessa condição. A condição de trabalhador familiar auxiliar aumentou 5,5%, com 116 mil ocupados a mais. O setor público gerou 222 mil vagas, um aumento de 2% na ocupação. Houve, ainda, aumento de 262 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 4,3% de ocupados a mais nessa função.

fonte: https://odia.ig.com.br/_conteudo/2018/01/economia/5509845-populacao-desempregada-no-brasil-soma-12-311-milhoes-de-pessoas-afirma-ibge.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 21 Mar 2018, 4:59 pm



 Venezuela dá calote em dívida com BNDES e União assume pagamento de quase R$1 bilhão usando seu dinheiro.
.
A dívida é referente a uma parcela de empréstimos feitos ao BNDES, que venceu em janeiro deste ano
.
O governo venezuelano deixou de pagar R$ 901 milhões na última segunda-feira (19). A dívida é uma parcela de empréstimos feitos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, BNDES, que venceu em janeiro deste ano. Por causa disso, o próprio governo brasileiro, através do Fundo Garantidor de Exportações (FGE), deve assumir o prejuízo.

Essa dívida será assumida pela União pelo menos até que a Venezuela consiga pagar o que deve. O FGE tem como objetivo cobrir as garantias prestadas pelo governo brasileiro nas operações de crédito à exportação.

O motivo pelo qual o Brasil assumiu a dívida é que a Venezuela pegou os empréstimos com a finalidade de contratar empresas do país, por isso foram segurados pelo FGE. Isso significa que além de emprestar, o Brasil também era o fiador do acordo.


fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/economia/nacional/noticia/2018/03/20/venezuela-da-calote-no-brasil-e-governo-assume-divida-332133.php
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 24 Mar 2018, 5:00 pm



Rio perde 2.750 vagas de emprego com carteira assinada em fevereiro 

Estado foi o quinto que registrou o saldo mais negativo, segundo pesquisa do Caged

Rio - O Rio continua perdendo vagas de trabalho formais. Em fevereiro, segundo o Cadastro Geral de Empregos (Caged) divulgado ontem, foram fechadas 2.750 oportunidades com carteira assinada. O estado foi o quinto que registrou o saldo mais negativo, ficando atrás de Alagoas (-10.698), Pernambuco (-7.381), Rio Grande do Norte (-3.570) e Paraíba (-2.758). 

Em janeiro, o Rio fora o estado que mais perdeu postos formais, com a demissão de 98,4 mil pessoas e contratação de 88,6 mil, terminando o mês com menos 9,8 mil vagas no período. Na ocasião, também teve queda de 1,41% nos salários de contratação. 

No mês passado, de acordo com o Ministério do Trabalho, houve a abertura de 61.188 novos postos em todo o país, um aumento de 0,16% em relação a janeiro. O resultado é decorrente de 1.274.965 admissões e 1.213.777 desligamentos. O principal setor foi o de Serviços, com a criação de 65.920 novos postos de trabalho, crescimento de 0,39% sobre o mês anterior. 

No país, foram criados 77,8 mil vagas. O resultado de janeiro decorre de 1.284.498 admissões contra de 1.206 676 dispensas. O dado inclui os contratos firmados já sob as novas modalidades previstas na Reforma Trabalhista, como a jornada intermitente e a parcial. 

Vale lembrar que a taxa média de desemprego no ano de 2017 foi de 12,7%, a maior já registrada na série histórica iniciada em 2012. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad Contínua), divulgada pelo IBGE. De acordo com a pesquisa existem hoje 12,3 milhões de desempregados.

fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2018/03/5525292-rio-perde-2-750-vagas-de-emprego-com-carteira-assinada-em-fevereiro.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 29 Mar 2018, 3:45 pm



Desemprego sobe a 12,6% em fevereiro e atinge 13,1 milhões de pessoas 

Índice é maior do que o observado no trimestre encerrado em janeiro, de 12,2%; população com carteira assinada chega ao menor nível já registrado pelo IBGE.

O índice de desemprego no Brasil atingiu 12,6% no trimestre encerrado em fevereiro de 2018. Isso significa que 13,1 milhões de pessoas estão desempregadas no país. Os dados foram divulgados nesta qinta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por meio da pesquisa Pnad Contínua. 

A taxa de desemprego ficou maior do que a registrada no trimestre móvel encerrado em janeiro, de 12,2%, na segunda alta consecutiva após nove trimestres de queda. O índice, porém, ainda ficou abaixo do registrado em igual trimestre móvel do ano passado, de 13,2%. 

O número de desocupados aumentou em 432 mil pessoas em relação ao trimestre encerrado em janeiro, quando 12,7 milhões de pessoas estavam sem emprego. Já ante igual trimestre de 2017, quando havia 13,5 milhões de desocupados, houve queda de 3,1% (menos 426 mil pessoas). 

O índice de desemprego calculado pelo IBGE é uma média móvel trimestral, divulgada mensalmente. Isso significa que o resultado de janeiro se refere ao período entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018.

Efeito sazonal 

Segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a alta da taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro, assim como a que ocorreu nos três meses terminados em janeiro, era esperada e pode ser explicada por questões sazonais. 

"Sempre no primeiro trimestre do ano a taxa tende a subir, pois existe a dispensa dos trabalhadores temporários contratados para as festas de final de ano", explicou em nota. 

Carteira assinada vai ao menor nível 

De acordo com o IBGE, o número de pessoas ocupadas diminuiu em 858 mil pessoas (ou 0,9%) no trimestre móvel encerrado em fevereiro, na comparação com o trimestre anterior (de setembro a novembro de 2017), para 91,1 milhões. Ante igual trimestre de 2017, porém, houve alta de 1,7 milhão de pessoas. 

A quantidade de empregados no setor privado com carteira assinada ficou praticamente estável em relação ao trimestre anterior (de setembro a novembro), em 33,1 milhões (menos 92 mil pessoas, ou queda de 0,3%). Esse nível, porém é o mais baixo de toda a série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O dado não considera os trabalhadores domésticos. 

Já o número de empregados no setor privado sem carteira assinada diminuiu em 407 mil pessoas (ou 3,6%), para 10,8 milhões. 

A quantidade de trabalhadores por conta própria ficou estável em 23,1 milhões na mesma comparação, assim como a dos domésticos, em 6,3 milhões. O número de empregados do setor público, incluindo militares, foi reduzido em 3,1%, para 11,2 milhões. 

A população fora da força de trabalho também cresceu ao maior nível da série histórica do IBGE, para 64,9 milhões pessoas. O número representa um aumento de 537 mil pessoas (ou 0,8%) ante o trimestre móvel anterior (de setembro a novembro). São consideradas fora da força de trabalho aqueles que não têm emprego e nem estão em busca de um. 

Rendimento
  
O rendimento médio real habitual do trabalhador ficou em R$ 2.186 no trimestre de dezembro de 2017 a fevereiro de 2018. Segundo o IBGE, o valor ficou estável frente ao observado no trimestre de setembro a novembro de 2017, de R$ 2.165, e também em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, de R$ 2.148.

FONTE: https://g1.globo.com/economia/concursos-e-emprego/noticia/desemprego-fica-em-126-em-fevereiro.ghtml
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 09 Abr 2018, 8:21 pm



Casa da Moeda demite 212 por crise financeira 

Sindicato vai entrar na Justiça e acusa o órgão de cometer 'discriminação geracional'

Rio - A Casa da Moeda do Brasil (CMB) demitiu 212 funcionários por telegrama no fim da tarde desta sexta-feira. A justificativa para o corte foi a redução de custos e sustentabilidade empresarial, segundo informou a CMB ao DIA por meio de sua assessoria. De acordo com o Sindicato Nacional dos Moedeiros, num ofício enviado pela presidência da Casa, o órgão decidiu adotar um Plano de Desligamento de Empregados.

A Casa da Moeda decidiu demitir funcionários aposentados e habilitados a se aposentarem pelo INSS. A escolha foi justificada pela 'preocupação em diminuir o impacto social da medida'. O presidente do sindicato da categoria, Aluízio Junior, encarou a escolha como discriminação e disse que o sindicato vai tentar reverter o Plano de Desligamento na Justiça. Com a medida, segundo a assessoria, a economia será de mais de 50 milhões de reais por ano. 

"Vamos buscar restabelecer os funcionários demitidos. Acredito que vamos ter êxito porque a decisão configura preconceito geracional." Aluízio classificou o ato como desrespeitoso. 

"Vários profissionais não receberam o telegrama com o comunicado, vieram ao trabalho nesta segunda-feira e protagonizaram uma cena deprimente, pois não imaginavam que seriam tratados desta forma", criticou.

A CMB reitera que considerou que a forma com menor dano social estaria relacionada aos requisitos para ter acesso à aposentadoria pelo INSS. "Não houve qualquer ilegalidade na medida", diz em nota.

Perda de Receitas 
A Casa da Moeda ressaltou no ofício que as demissões são resultado das perdas de receitas, que nos últimos dois anos reduziram o faturamento em cerca de R$1,4 bilhão por ano. 

O sindicato acusa o governo de provocar as perdas financeiras. "A gente tem convicção de que o governo, que é sócio público da Casa da Moeda, retirou recursos da instituição em 2016 quando descontinuou o sistema de controle de bebidas (SICOBE), importante fonte de receitas da Casa", diz o presidente do sindicato, Aluízio Junior. Ele também aponta o efeito da Desvinculação de Receitas da União (DRU), em 2016, como responsável pelas perdas da Casa da Moeda, que foi impactada em mais de R$ 500 milhões naquele ano, segundo o presidente do Sindicato Nacional dos Moedeiros, Aluízio Junior. 

Em nota, a CMB concorda que, em 2016, perdeu uma importante fonte de receita com a descontinuidade do SICOBE. "Embora outras linhas de negócio ativas e outras estejam sendo desenvolvidas, o redimensionamento do quadro de pessoal se mostrou imprescindível para a sustentabilidade empresarial", diz. 

A Casa da Moeda afirma que o ajuste no quadro de empregados foi planejado e que as demissões não vão impactar negativamente as atividades da CMB. O sindicato teme por um déficit de mão-de-obra na empresa pública.

fonte:

https://odia.ig.com.br/economia/2018/04/5529677-casa-da-moeda-demite-212-por-crise-financeira.html#foto=1
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Abr 2018, 12:14 pm



Pobreza extrema aumenta 11% e atinge 14,8 milhões de pessoas

Apesar da queda da inflação e do início de recuperação da atividade econômica, a pobreza extrema continuou se alastrando pelo país em 2017. Levantamento da LCA Consultores, a partir dos microdados da Pnad Contínua, divulgada ontem pelo IBGE, mostra que o número de pessoas em situação de extrema pobreza no país passou de 13,34 milhões em 2016 para 14,83 milhões no ano passado, o que significa aumento de 11,2%.


fonte: http://amp.valor.com.br/brasil/5446455/pobreza-extrema-aumenta-11-e-atinge-148-milhoes-de-pessoas?__twitter_impression=true
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por rbarros em Sab 14 Abr 2018, 12:18 pm

"Consequências do Golpe"...

Negativo


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Lit San Ares em Sab 14 Abr 2018, 8:25 pm

Consequência de um estrago de anos de governo petista. E se Temer está no poder, é porque foi vice no governo petista.
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Dom 15 Abr 2018, 3:47 pm

rbarros escreveu:"Consequências do Golpe"...

SARCASMO??

Ou você é +1 PeTralha saindo do armário? hummmm...


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 15 Abr 2018, 5:34 pm



[size=30]Pacientes reclamam da falta de médicos na emergência do Hospital de Bonsucesso[/size]

Quem procurou o Hospital Federal de Bonsucesso neste domingo teve apenas uma resposta: não há médicos para o atendimento. Os problemas com falta de profissionais na unidade não são recentes, mas ficaram mais flagrantes após a inauguração da nova emergência, no fim de fevereiro. Na ocasião o espaço, que possui 3.500 metros quadrados de área, contava apenas com três clínicos, dois ortopedistas, dois cirurgiões, uma pediatra e um neurologista, a mesma equipe que atendia nos 260 metros quadrados onde funcionou anteriormente a emergência do hospital. De lá para cá quase nada mudou.
A dona de casa Antônia Castro, de 46 anos, caiu de uma escada nasua casa em Ramos, na Zona Norte do Rio, na manhã desse domingo.Contorcendo de dor e com suspeita de luxação no tornozelo esquerdo,além de dores em outras partes do corpo como perna, braço e cóccixfoi levada pela filha Ingrid, de 23 anos, ao Hospital Federal deBonsucesso. Ao passar pelo clínico geral foi orientada a procurar umortopedista. Mas, sem profissional da especialidade na unidade foiaconselhada a se dirigir ao Hospital Estadual Getúlio Vargas, naPenha, ou Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, a cerca de 10 e12 quilômetros dali, respectivamente. Antônia não foi a única.Quem procurava a pediatria também ficava sem atendimento.
— Isso aqui está uma pouca vergonha. Nem sei se vou para outrohospital. Estou pensando seriamente em ir para casa — reclamou apaciente ao deixar a unidade.
Vivian dos Santos, de 19 anos, também saiu da unidade com o filhoVinícius de um ano e meio nos braços e sem atendimento. A mãecontou que o menino está com uma gripe que não cura há cerca de ummês. A moradora da Penha contou que antes de se dirigir ao Hospitalde Bonsucesso esteve numa UPA e em uma Clínica da Família perto decasa, também sem sucesso. Ela buscava um diagnóstico para oproblema da criança.
—Não tem médico. Só estão atendendo os casos que eles consideram mais graves. O jeito vai ser voltar para casa — se queixou.
Para protestar, médicos, funcionários e dirigentes do Conselho Regional de Medicina (Cremerj) programaram mais um atopúblico na entrada da emergência para a manhã desta segunda-feira.
Segundo o presidente do Cremerj, Nelson Nahon, levantamento feitopela direção do hospital, na ocasião da abertura da novaemergência, dava conta da necessidade de pelos menos 200profissionais, sendo 161 médicos, para que o setor pudesse atender apopulação. Nahon disse ainda que além da ortopedia e pediatria, háainda carência de clínico geral, cirurgião geral e cardiologistas.
— É uma emergência com mais de 3 mil metros quadrados eextremamente bem aparelhada. Só que o Ministério da Saúde continuanegando a contratação de profissionais. O Hospital de Bonsucesso éa maior porta de entrada para emergência de trauma de toda daquelaregião que pega a Avenida Brasil e o Complexo da Maré — afirmouNahon.
Ainda segundo o presidente do Cremerj, após reconhecer uma deficiência de mais de 3.500 profissionais nas nove unidadesfederais do Rio, incluindo os hospitais do Andaraí, Bonsucesso,Ipanema, Lagoa, Servidores do Estado e Cardoso Fontes, além dosinstitutos nacionais de Cardiologia (INC) e de Traumatologia eOrtopedia (Into), o Ministério da Saúde teria recuado e informadoque a necessidade real seria de apenas 140.
O Ministério da Saúde informou que o número de profissionais previsto para seis hospitais e dois institutos no Rio é de 3.592, para assistência e apoio à assistência, em novo edital para processo seletivo publicado nesta semana, para o qual são realizadas inscrições até o próximo dia 30. Ainda segundo o órgão, “estes profissionais atuarão dentro da ação traçada pelo Ministério da Saúde, de reestruturação da rede para ampliação em 20% os atendimentos de oncologia, cardiologia e ortopedia, apontados como as grandes demandas atuais em alta complexidade no Rio de Janeiro”.
A nota informa ainda que, paralelamente, as emergências dos hospitais de Bonsucesso, Andaraí e Cardoso Fontes estão recebendo neste momento profissionais do processo seletivo anterior (médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem). O texto diz também que o diretor do Departamento de Gestão Hospitalar do Ministério da Saúde não reconhece como fala dele o número de 140 profissionais a mais.

fonte: https://extra.globo.com/noticias/rio/pacientes-reclamam-da-falta-de-medicos-na-emergencia-do-hospital-de-bonsucesso-22593523.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por rbarros em Seg 16 Abr 2018, 9:04 am

Lit San Ares escreveu:Consequência de um estrago de anos de governo petista. E se Temer está no poder, é porque foi vice no governo petista.

O aumento da miséria está registrada no governo Temer(oso), não tem nada a ver com o governo petista.

O Temer(oso) foi vice de Dilma numa manobra política errônea do PT. Se deu mal...


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por rbarros em Seg 16 Abr 2018, 9:06 am

Cartman escreveu:
rbarros escreveu:"Consequências do Golpe"...

SARCASMO??

Ou você é +1 PeTralha saindo do armário? hummmm...

Não precisa ser petista ou lulista para saber que houve um golpe de Estado. Precisa só estar atento aos fatos.

Não se impede um presidente de exercer o cargo apenas por incompetência administrativa, mas sim por crimes cometidos. Eu pergunto: que crimes a Dilma cometeu?



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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Lit San Ares em Seg 16 Abr 2018, 11:10 pm

rbarros escreveu:
Lit San Ares escreveu:Consequência de um estrago de anos de governo petista. E se Temer está no poder, é porque foi vice no governo petista.

O aumento da miséria está registrada no governo Temer(oso), não tem nada a ver com o governo petista.

Tolice. A crise  estava em andamento no governo petista, sendo mascarada por manobras que acarretaram (entre outras coisas) a queda da presidente.
Estou vendo que não é apenas sobre Getúlio Vargas que você se encontra em estado de ignorância.
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Ter 17 Abr 2018, 6:42 pm

rbarros escreveu: Eu pergunto: que crimes a Dilma cometeu?

CRIME DE RESPONSABILIDADE

Obstrução da Justiça I

Diálogo Dilma/Lula e atos da nomeação

Em diálogo mantido entre a presidente e o antecessor na quarta-feira 16, Dilma disse a Lula que enviaria a ele um “termo de posse” de ministro para ser utilizado “em caso de necessidade”. A presidente trabalhava ali para impedir que Lula fosse preso antes de sua nomeação para a Casa Civil. Os atos seguintes corroborariam o desejo de Dilma de livrar Lula dos problemas com a Justiça. Enquanto o presidente do PT, Rui Falcão, informava que a posse de Lula só ocorreria na terça-feira 22, o Planalto mandava circular uma edição extra do Diário Oficial formalizando a nomeação.



Obstrução da Justiça II

Nomeação do Ministro Navarro

O senador Delcídio do Amaral (MS) afirmou em delação premiada, revelada por ISTOÉ, que a presidente Dilma Rousseff, numa tentativa de deter a Lava Jato, o escalou para que ele fosse um dos responsáveis por articular a nomeação do ministro Marcelo Navarro Dantas, do STJ, em troca da soltura de presos da investigação policial.



Obstrução da Justiça III

Compra do silêncio de Delcídio

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, foi escalado para tentar convencer o senador Delcídio a não fechar acordo de delação premiada com o Ministério Pública Federal, que chegou a insinuar ajuda financeira, caso fosse necessário.



Obstrução da Justiça VI

Cinco ministros na mão

O senador Delcídio afirmou que Dilma costumava dizer que tinha cinco ministros no Supremo, numa referência ao lobby do governo nos tribunais superiores para barrar a Lava Jato.



Enquadramento legal

Inciso 5 do Artigo 6º da Lei 1.079/1950:

Opor-se diretamente e por fatos ao livre exercício do Poder Judiciário, ou obstar, por meios violentos, ao efeito dos seus atos, mandados ou sentenças.

2- CRIME DE DESOBEDIÊNCIA

Nomeação de Lula no Diário Oficial

Apesar de decisão da Justiça Federal que sustava a nomeação do ex-presidente para a Casa Civil, Dilma fez o ato ser publicado no Diário Oficial da União.

Enquadramento legal

Artigo 359 do Código Penal: Exercer função, atividade, direito, autoridade ou múnus, de que foi suspenso ou privado por decisão judicial

3- EXTORSÃO

Ameaças para doação de campanha

Ricardo Pessoa, da UTC Engenharia, afirmou ter pago propina à campanha presidencial em 2014 porque teria sido ameaçado pelo ministro Edinho Silva, então tesoureiro de Dilma, de ter obras canceladas com o governo. Há uma representação na PGR contra Dilma para apurar o possível achaque.

Enquadramento legal

Artigo 158 do Código Penal: Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer, tolerar que se faça ou deixar de fazer alguma coisa.

4- CRIME ELEITORAL

Abuso de poder político e econômico na campanha de 2014

Dilma é acusada em ação no TSE de se valer do cargo para influenciar o eleitor, em detrimento da liberdade de voto, além da utilização de estruturas do governo, antes e durante a campanha, o que incluiria recursos desviados da Petrobras.

Caixa 2

A Polícia Federal apontou no relatório de indiciamento do marqueteiro do PT João Santana e de sua mulher, Mônica Moura, que o casal recebeu pelo menos R$ 21,5 milhões entre outubro de 2014 e maio de 2015 – período pós reeleição da presidente Dilma – do “departamento de propina” da Odebrecht. Isso reforça as suspeitas de caixa 2 na campanha, descrita no Código Eleitoral como “captação ilícita de recursos”.

Enquadramento legal

Art. 237, do Código Eleitoral: A interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade, em desfavor da liberdade do voto, serão coibidos e punidos com cassação e ineligibilidade.

5- CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL

Pedaladas fiscais

A presidente Dilma incorreu nas chamadas “pedaladas fiscais”, a prática de atrasar repasses a bancos públicos a fim de cumprir as metas parciais da previsão orçamentária. A manobra fiscal foi reprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Enquadramento legal

Inciso III do Art. 11 da Lei 1.079/1950: Contrair empréstimo, emitir moeda corrente ou apólices, ou efetuar operação de crédito sem autorização legal

Decretos não numerados

A chefe do Executivo descumpriu a lei ao editar decretos liberando crédito extraordinário, em 2015, sem o aval do Congresso. Foram ao menos seis decretos enquadrados nessa situação.

Enquadramento Legal

Inciso VI do Artigo 10 da Lei 1.079/1950: Ordenar ou autorizar a abertura de crédito em desacordo com os limites estabelecidos pelo Senado Federal, sem fundamento na lei orçamentária ou na de crédito adicional ou com inobservância de prescrição legal.

6- FALSIDADE IDEOLÓGICA

Escondendo o rombo nas contas

Corre uma ação no TSE em que os partidos de oposição acusam acusa a presidente Dilma de esconder a situação real da economia do país, especialmente no ano eleitoral.

Enquadramento legal

Art. 299 do Código Penal: Omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, com o fim de prejudicar direito, criar obrigação ou alterar a verdade sobre fato juridicamente relevante.

7- IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Visita político-partidária

Dilma foi denunciada na Justiça por mobilizar todo um aparato de governo – avião, helicóptero, seguranças – para prestar solidariedade a Lula em São Bernard, um dia após o petista sofrer condução coercitiva para prestar depoimento à Polícia Federal no inquérito da Operação Lava Jato. O próprio ato de nomeação de Lula na Casa Civil pode ser enquadrado neste crime.

FONTES:
https://istoe.com.br/449533_OS+7+CRIMES+DE+DILMA/
https://www.oantagonista.com/brasil/os-7-crimes-de-dilma/
http://andif.com.br/noticia/os-7-crimes-de-dilma#.WtZomH8h3b0
http://www.cacp.org.br/os-7-crimes-cometidos-por-dilma/

O impeachment de Collor teve como início um escândalo de corrupção que estava diretamente ligado ao nome do presidente. Mas o pano de fundo dessa história teve como ingredientes indispensáveis a fraca sustentação política do governo, com poucos partidos de peso apoiando o presidente, além da profunda crise econômica do país, que havia apenas piorado com as medidas controversas adotadas pelo próprio governo Collor. Tudo isso causou grande insatisfação popular, além de gerar uma forte oposição ao presidente no Congresso. Esses são típicos elementos que podem levar ao impeachment de uma figura pública.

Como pode ver, Collor sofreu impeachment por muito menos... na época ninguém falava em GOLPE.

É sério véio... PARA QUE TÁ FEIO!!
zipper


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sex 18 Maio 2018, 11:05 pm



Petrobras reajusta preços de gasolina e diesel nas refinarias para novas máximas 

Gasolina será elevada nas refinarias em 1,34% e diesel em 0,80% a partir deste sábado (20). Este é o 5º reajuste diário seguido.

A Petrobras elevará os preços do diesel em 0,80% e os da gasolina em 1,34% nas refinarias a partir de sábado (19), informou a petroleira em comunicado no seu site nesta sexta-feira (18). 

Com os reajustes, os preços dos combustíveis irão a novas máximas dentro da política em vigor desde julho, a R$ 2,3488 o litro de diesel e R$ 2,0680 o litro de gasolina, destaca a Reuters. 

Este é o 5º reajuste diário seguido. Na véspera, a companhia elevou em 1,80% o preço da gasolina, e subiu 0,95% o preço do diesel. No acumulado na semana, a alta chega a 6,98% nos preços da gasolina e de 5,98% no diesel. A decisão de repassar o aumento do valor da combustível cobrado pela Petrobras para o consumidor final é dos postos de combustíveis.

A escalada nos preços acontece em meio à disparada nos preços internacionais do petróleo. Nesta quinta, o barril de petróleo Brent superou US$ 80 pela 1ª vez desde novembro de 2014.

A Petrobras adota novo formato na política de ajuste de preços desde 3 de julho do ano passado. Pela nova metodologia, os reajustes acontecem com maior frequência, inclusive diariamente. Desde então, o preço da gasolina comercializado nas refinarias acumula alta de 57,34% e o do diesel, valorização de 57,78%, segundo dados do Valor Online.

Impacto no preço cobrado nos postos 

Na semana passada, o preço médio da gasolina nos postos do país atingiu novas máximas no ano, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). 

O preço médio do litro de gasolina para os consumidores ficou em R$ 4,257, ante R$ 4,225 na semana anterior, o que corresponde a uma alta de 0,76%. Na última pesquisa, havia recuado 0,02%. 

Com o novo aumento, a gasolina acumula alta de 3,85% desde o início do ano, e avança 21,28% desde que a Petrobras iniciou sua nova política de preços, em julho do ano passado.

fonte: https://g1.globo.com/google/amp/g1.globo.com/economia/noticia/petrobras-reajusta-precos-de-gasolina-e-diesel-nas-refinarias-para-novas-maximas.ghtml
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 17 Jun 2018, 2:08 pm



Segunda profissão vira salvação de trabalhadores para enfrentar a crise de empregos 

Para especialistas, se dividir entre ocupações é uma tendência, enquanto informalidade avança 

Mesmo em dias de folga, a manicure Vanda encara mais de 60 quilômetros entre o município de Queimados, na Baixada, e Copacabana, na Zona Sul, para trabalhar como faxineira 

RIO - Moradora de Botafogo, na Zona Sul, Maria de Fátima Ribeiro não consegue mais pagar suas contas apenas com o salário de manicure. Para complementar a renda, nos dois dias de folga, ela se dedica a uma segunda ocupação: office girl. Este é um reflexo das recentes mudanças no cenário econômico do Brasil e, segundo especialistas, é uma tendência. 

Somando o valor do aluguel às despesas com alimentação, vestuário, transporte, entre outras, Fátima gasta R$ 2 mil por mês. Pouco mais da metade dessa quantia vem do salão onde trabalha com carteira assinada, em Copacabana. "Faço isso para me manter. Busco exames para idosos, os acompanho em consultas e passeios pela orla, entrego documentos. Se não ofender minha dignidade, topo tudo", diz. De quarta a sábado, Fátima está no salão. Às segundas e terças ela roda as ruas da cidade em sua segunda atividade. Aos domingos, cuida da casa e passa um tempo ao lado do marido, que está desempregado. "Quando vejo que toda essa roubalheira será paga por nós trabalhadores, me sinto injustiçada. Está tudo muito caro. Os governantes não querem saber do povo e jogam a conta para nós", completa Fátima. 

BENDITO HOBBY 

Demitido há alguns meses, Rogério Cortes viu no antigo hobby a luz no fim do túnel. Enquanto não recebe a resposta de um processo seletivo na área de telemarketing, oferece aulas de guitarra. Para cada hora, o agora instrutor cobra R$ 25. "Descobri que tenho a capacidade de ensinar. Dou uma aula 'express', onde o aprendizado rápido é garantido", diz. Apesar de contar com dez alunos, Rogério também buscou outra atividade. Com o serviço de manutenção de computadores, ele complementa a renda.O professor diz se sentir decepcionado com o atual momento do país. "É muita falcatrua. A gente não tem plano de saúde, não tem casa própria, não tem emprego. Há poucos dias tivemos a polêmica do combustível. No fim, é mais uma conta para a população pagar", reclama. 

De acordo com o economista Gilberto Braga, a fuga para uma segunda ocupação é uma realidade que pode ter vindo para ficar. "A crise, junto com as mudanças comportamentais, levou o mercado de trabalho a ter uma nova feição. Com o achatamento dos salários e o desemprego, as pessoas acabam aceitando funções inferiores às que tinham anteriormente. Uma das saídas é o negócio próprio, que quando não é fruto de um sonho antigo, é um hobby que virou a solução dos problemas", diz. 

EFEITOS NA SAÚDE 

Para a psicóloga Juliana Sato, o acúmulo de atividades por um período elevado de tempo pode acarretar em problemas graves para a saúde em geral. "A saúde mental é subjetiva. Por não vermos as consequências de tanto esforço diário, acreditamos que está tudo bem. Insônia, estresse, ansiedade e depressão são alguns sinais de que é preciso reduzir a jornada", diz. 

Apesar dos riscos, Vanderlucia Mariana da Silva, que trabalha há mais de 60 quilômetros de distância de sua casa, em Queimados, na Baixada Fluminense, não pretende reduzir a carga de trabalho. Há alguns meses, Vanda como é conhecida abriu mão da carteira assinada para trabalhar informalmente como manicure, em uma das principais avenidas de Copacabana. Para ela, o salão funciona como uma espécie de ponte para a conseguir a renda extra. "Às segundas-feiras, dias em que na teoria estaria de folga, volto à Zona Sul para dar faxina na casa de clientes do salão. Está valendo à pena, apesar de ser cansativo", afirma Vanda. 

Trabalhadores informais ganham menos hoje do que 4 anos atrás 

Com bases na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada na última semana pelo IBGE -, a consultoria LCA, especializada em Economia, fez um levantamento voltado para o trabalhador informal. Considerando a inflação, a conclusão é que hoje, essa parcela da população ganha 10% menos do que ganhava em 2014, quando teve início a crise econômica. O rendimento real caiu para todas as faixas etárias de trabalhadores que estavam fora do mercado formal, quando fazemos a comparação com o primeiro trimestre daquele ano. 

"No mercado informal, atividades como manutenção de equipamentos, vendas de alimentos e prestação de serviços ligados ao setor de beleza estão em crescimento. Um dos motivos é o baixo custo de investimento. Apesar disso, não significa que esses trabalhadores estão ganhando mais", explica o economista Gilberto Braga. 

Outro dado recém-divulgado pelo IBGE é a queda no índice de desemprego no Brasil, que recuou de 13,1% de janeiro a março para 12,9%, no trimestre encerrado em abril. Esta foi a primeira queda do desemprego após três altas seguidas. Apesar de ser uma boa notícia, o Rio de Janeiro aparece com os piores índices em toda a Região Sudeste, com crescimento de 15% da taxa de desemprego, em relação ao período anterior.

fonte:

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2018/06/5549774-segunda-profissao-vira-salvacao-de-trabalhadores-para-enfrentar-a-crise-de-empregos.html#foto=1
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 20 Jun 2018, 3:42 pm



Compare as notícias e analise: a favor de quem essa política econômica está operando? 
Isso não é por acaso!

Esse modelo vigente permite um claro favorecimento ao setor financeiro em detrimento do Estado e da maioria da população. Taxas de juros elevadas, modelo tributário regressivo, pratica de swap cambial e operações compromissadas e o sistema da dívida. (https://goo.gl/6EH7Eh)

"As ações continuam a ser o principal ativo financeiro dos milionários, com 30,9% no primeiro trimestre de 2018. Os ativos imobiliários respondem por 16,8% do patrimônio." Leia matéria: https://goo.gl/NXeHRJ)

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Re: Consequências da Reeleição

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