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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 21 Jun 2018, 6:02 pm



[size=30]Preço de batata sobe 45% e de cebola avança quase 20% com greve dos caminhoneiros[/size]

Os dados do IBGE confirmaram o que consumidores sentiram na prática: a greve dos caminhoneiros fez disparar o custo dos alimentos no Brasil. Produtos básicos na mesa do brasileiro tiveram alta expressiva: o preço da batata-inglesa subiu 45,12%, enquanto o da cebola avançou quase 20% (19,95%) e o do tomate teve alta de 14,15%, de meados de maio a meados de junho.
O aumento de preços foi de 21,83% no grupo de tubérculos, raízes e legumes. O avanço também foi intenso no maracujá, de 28,29%, no limão, de 20,57%, e no abacate, de 14,93%. Outros itens tiveram alta na faixa dos 10%, como cenoura (9,61%), quiabo (11,30%), repolho (10,70%) e brócolis (7,81%).


Outras frutas também tiveram alta de preços, como a manga, de 6,66%, e o morango, de 5,64%. A greve dificultou o transporte dos produtos desde os produtores até os mercados, o que reduziu a oferta de itens e pressionou o preço para cima, especialmente de hortifrutigranjeiros.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) é uma espécie de prévia da inflação, já que tem a mesma metodologia do IPCA, só que os preços são coletados em um período anterior. No caso do mês de junho, a coleta ocorreu entre os dias 16 de maio e 13 de junho. Ou seja, captou de forma integral a época da greve dos caminhoneiros, que começou em 21 de maio e durou dez dias.
O aumento de preços foi além dos alimentos. A gasolina, por exemplo, subiu 6,98% em junho e foi o maior impacto individual no IPCA-15 do mês. O item respondeu por 0,31 ponto percentual da taxa de 1,11%.

fonte:

https://extra.globo.com/noticias/economia/preco-de-batata-sobe-45-de-cebola-avanca-quase-20-com-greve-dos-caminhoneiros-22806951.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Jul 2018, 11:34 am



[size=44]Nova regra para planos de saúde pesará no bolso[/size]

Medida ameniza os custos dos serviços para operadoras e prejudica consumidor


Rio - Recentemente a Agência Nacional de Saúde (ANS) publicou a regulamentação de dois modelos de oferta de planos de saúde: a coparticipação e franquia. Se para as operadoras de saúde a medida ameniza os custos dos serviços, para o consumidor a nova regra pesará no bolso e inviabilizará o pagamento de vários procedimentos. Órgãos como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), a OAB e a Associação Brasileira de Procons assinaram uma carta em repúdio à proposta.
Nela, as entidades listam diversos prejuízos ao consumidor. Um deles é a criação de um teto de 40% para a coparticipação no pagamento de procedimento médico, lembrando, é claro, que esse percentual poderá ser ainda maior. Outra crítica das entidades diz respeito ao valor máximo cobrado pela franquia já que o limite de pagamento pode chegar a mais que o dobro da mensalidade. Nos últimos 3 anos, os planos de saúde perderam mais de 3 milhões de clientes. Medidas como estas só contribuem para que o plano de saúde se torne um sonho cada vez mais distante do brasileiro.

fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/reclamar-adianta/2018/07/5557034-nova-regra-para-planos-de-saude-pesara-no-bolso.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 02 Ago 2018, 10:22 pm



Governo de Temer decreta o FIM das bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado; Pibid, Residência Pedagógica, Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, Programa de Mestrado Profissional para Qualificação de Professores da Rede Pública de Educação Básica.

https://sei.capes.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&codigo_verificador=0746852&codigo_crc=6755A444&hash_download=ef5e65b749e9b6a0c124c56e438345f0dbb86d4b097fccd29f4b4221365642ee971b5a5e507aea925d83d67d1d4d79f08696fa5be30b507aa19122ff68c396a9&visualizacao=1&id_orgao_acesso_externo=0
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 05 Ago 2018, 1:27 pm

[size=44]Serviços de Saúde e outras políticas sociais regridem no país[/size]

Diante da 'pátria sem leitos', ONU pede que governo 'reconsidere'





Brasília - As mulheres correspondem a 52,5% dos eleitores para o pleito de outubro, segundo o TSE, e a maioria delas (80%, segundo o Datafolha) está indecisa. E com o que elas se preocupam? Saúde lidera com folga (46%), seguida por Educação (18%), de acordo com o mesmo instituto. E o retrato que o próximo presidente vai enfrentar não é nada bonito. O país regrediu em termos sociais nos últimos quatro anos. O número mais simbólico a indicar o retrocesso é o aumento da mortalidade infantil, cujo índice subiu em 2016, pela primeira vez desde 1990.
Na sexta-feira, a ONU divulgou relatório dizendo que o número "é motivo de muita preocupação, especialmente com as restrições orçamentárias para o sistema público de saúde e outras políticas sociais, que comprometem severamente os compromissos do Estado brasileiro de garantir direitos humanos para todos, especialmente para crianças e mulheres".
A alta nos casos de sífilis e sarampo e a redução do número de leitos de internação são outros dados que indicam um retrocesso no Sistema Único de Saúde, que completa 30 anos em 2018.
Coordenador do curso de Especialização em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde da FGV, Walter Cintra considera que os dados são "vergonhosos". Ele culpa a combinação da recessão com o corte de recursos para a Saúde pelo retrocesso. "A partir de 2014, entramos na recessão, com alta do desemprego. Os planos de saúde perderam mais de 2 milhões de associados que viraram SUSdependentes.Nesse exato momento, quando a demanda cresce, cortam os recursos da Saúde. Isso se reflete na piora geral da saúde da população. Não há mistério".
Sem UTIs para bebês
As mulheres, mostra o Datafolha, se preocupam com a família. E as condições de atendimento às crianças sofreram especialmente nesses quatro anos. Levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mostra que o país tem um déficit de 3.305 leitos de UTIs neonatal no país, essenciais para a sobrevivência de crianças que nasceram antes de 37 semanas e que apresentam quadros clínicos graves.
Já o Conselho Federal de Medicina divulgou este mês que houve perda de 34,2 mil leitos de internação pelo SUS entre 2010 e 2018. O Ministério da Saúde justifica a queda por uma tendência mundial de desospitalização. "Com os avanços tecnológicos, tratamentos que exigiam internação passaram a ser feitos no âmbito ambulatorial e domiciliar", diz, em nota.
'Isso não é aceitável', diz conselho médico
Para o presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, a perda de 10% dos leitos do SUS em oito anos prejudica os 160 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente da rede pública. "Perdemos uma média de 12 leitos por dia nos últimos oito anos. Sem leitos de internação não há como o médico prestar seus cuidados ao paciente. Isso não é aceitável no país nem em nenhum lugar do mundo".
O Ministério da Saúde argumenta que até o sistema de saúde inglês, referência mundial de sistema público de saúde, reduziu em 30% o número de leitos na última década. No Reino Unido, no entanto, a taxa está em 3,2 por 1 mil habitantes. E, por lá, o investimento em prevenção é maciço. A taxa do Brasil hoje é de 1,9, contra 2,8 em 2010. A recomendação oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 3,2 leitos por 1 mil habitantes.
Para Vital, é preciso financiamento mais adequado e competência administrativa com planejamentos para suprir a falta de leitos. "Não podemos permitir que as pessoas deixem de ser atendidas por falta de leitos simples de internação. Isso significa que muitas vidas podem ser tolhidas e sequelas que poderiam ser evitadas estejam presentes na vida desses pacientes", disse.
A vice-diretora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Maria de Lourdes Tavares Cavalcante, vê o retrocesso também como reflexo de políticas que permitiram que serviços terceirizados fossem priorizados. "Os repasses eram mais específicos e regulados. Gastos com atenção primária eram obrigatórios. Agora o município recebe o recurso tem investimento livre", disse.
"Seja quem for o novo governo, terá que investir pesadamente em modernizar a gestão", diz José Roberto Afonso, especialista em Finanças Públicas e professor do IDP. "É impensável, por exemplo, que, em 2018, ainda não se tenha um cadastro único, nacional,com todos os dados, desde o sistema público, até o de saúde complementar privada, de cada brasileiro. Isso é o primeiro passo".
Repercussão externa
O governo brasileiro reagiu ao relatório da ONU pedindo que as políticas econômicas atuais sejam "reconsideradas", já que afirmando, também em nota que "o necessário reequilíbrio da economia brasileira beneficia, diretamente, as populações de baixa renda e ajuda a reduzir as desigualdades".
Para a ONU, "pessoas vivendo em situação de pobreza e outros grupos marginalizados estão sofrendo desproporcionalmente". Um dos dados que comprova o retrocesso é a redução no número de beneficiários do Bolsa Família. Após várias rodadas de "pentes finos", as famílias atendidas pelo programa atualmente estão em 13.736.341, com valor médio de R$ 178,04. Em julho de 2014, eram 14,2 mihões. A redução em meio milhão de famílias atendidas se deu em um cenário em que o desemprego se elevou de 6,8% na média daquele ano, contra os atuais 12,4%.
No ano passado, o Banco Mundial, alarmado com os efeitos da crise econômica no Brasil, lançou um documento em que alertava que o país estava prestes a perder os ganhos sociais conquistados entre os anos de 2004 e 2014, quando, "em razão do rápido crescimento do emprego formal, maiores salários reais e programas redistributivos de assistência social como o Bolsa Família () mais de 28,6 milhões de pessoas saíram da pobreza".
"Em duas crises anteriores, no fim dos anos 1990 e, depois, em 2003, foram concebidos o Bolsa Escola e o Bolsa Família. Momentos como o atual são próprios fazer mais e não menos política social", diz o pesquisador Marcelo Neri, do CPC, da FGV.
'Vamos destruir o ganho na expectativa de vida' - Cinco minutos com Marcelo Neri, FGV
Para o diretor do Centro de Políticas Sociais da FGV, Marcelo Neri, o sistema de saúde brasileiro deve aproveitar a oferta de enfermeiros e priorizar o atendimento a saúde da família e o saneamento básico. Para ele, esta polítca é mais eficiente economicamente na gestão da saúde. Ele alerta que os gastos no setor vão aumentar com o envelhecimento da população.
A mortalidade infantil voltou a subir.
É um dado extremamente preocupante. Se esta taxa aumenta, vai destruir o ganho recente da expectativa de vida no Brasil. Representa uma reversão de uma tendência de melhora no mundo e no Brasil. É um dos indicadoros mais usados para medir a qualidade da saúde.
A que se deve esse retrocesso?
Vejo alguns candidatos a culpados: a forma como o Estado tem administrado os recursos, em especial os do SUS, em meio à restrição fiscal, e os destinados a saneamento básico, que afeta a saúde. O outro candidato é a instabilidade macroeconêmica, com a recessão. Estamos regredindo na percepção que a população tem em relação à qualidade da saúde e nos indicadores, Deveríamos estarem fase de ganho em ciência, porque a população está ficando mais velha e os gastos com saúde vão aumentar.
Como fazer para voltarmos a avançar?
A saúde é intensiva em profissionais e nos próximos anos o setor vai crescer. Precisamos de mais médicos e profissionais de saúde pra atender este desafio. Em abril de 2018, o MEC anunciou a suspensão pelos próximos cinco anos da abertura de novos cursos de medicina. Em 10 anos, o número de novos diplomas de enfermagem cresceu 578% e os de medicina 62,1%. Precisamos de mais médicos e profissionais de saúde. O sistema de saúde inglês, que é uma referência, usa cada vez mais enfermeiros. A gente tem oferta no Brasil, o sistema de saúde precisa utilizar mais enfermeiros e menos médicos.
E como esse contigente seria usado?
A gente deveria aproveitar esses profissionais priorizando programa de saúde da família e unidades de atendimento básico e investir em saneamento, que significa economizar em saúde.



fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2018/08/5563590-servicos-de-saude-e-outras-politicas-sociais-regridem-no-pais.html#foto=1
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 21 Ago 2018, 5:06 pm



O Bilionário rombo do FIES vem à tona, mais um descalabro da era PT

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) descobriu rombo estimado em R$ 20 bilhões no Financiamento Estudantil (FIES) entre 2009 e 2015, cifra que coloca em xeque um dos principais programas do Ministério da Educação.

‘Não posso deixar de destacar minha indignação com o descalabro na gestão do FIES’, disse a relatora do processo no TCU, ministra Ana Arraes, durante a sessão de análise do parecer. Em votação unânime, os ministros do tribunal determinaram a intimação de oito autoridades dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff para depoimentos sobre o perdulário escândalo na Educação.

Entre os intimados estão os ex-ministros da pasta Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e José Henrique Paim, além do ex-titular do Planejamento, Nelson Barbosa, e da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior. Todos estão instados a apresentar justificativas para o ‘descalabro bilionário’. No entanto, ao final do processo, podem ser punidos apenas com multas de até R$ 54 mil e inabilitação para o exercício de cargos em comissão e funções de confiança no serviço público.

Cumpre informar: hoje, um dos principais problemas com inadimplência nas agências da Caixa Econômica Federal vem dos desregrados e flexíveis contratos firmados através do FIES na última década. Por ter punição branda — quase nula — e diante da crise econômica que está devastando o país, a expressiva maioria dos estudantes, formados graças ao subsídio dos cofres públicos dos pagadores de impostos, não paga sequer a primeira parcela da dívida. Há agências da Caixa onde o FIES representa 90% da inadimplência.

Outro detalhe que merece destaque é a constatação da auditoria do TCU apresentada no relatório final: ‘É certo que o FIES passou a ser visto não apenas como oportunidade de acesso ao Ensino Superior, mas também como chance de realização de negócios’.

Aliás, uma das maiores beneficiadas com a flexibilização e má gestão no FIES foi a principal empresa do setor privado de ensino no Brasil, que tem entre seus sócios-proprietários um dos ex-titulares do Ministério do Turismo da Era PT, o mesmo que ‘empresta’ os famigerados jatinhos utilizados por Lula da Silva.

A manobra fiscal detectada pelo TCU indica que os governos Lula e Dilma, apenas com os contratos firmados até 2015, também ocultaram um passivo de R$ 55 bilhões com as universidades privadas que deve ser pago pelo Tesouro Nacional até 2020.

fonte: https://republicadecuritiba.net/2018/03/11/o-bilionario-rombo-do-fies-vem-a-tona-mais-um-descalabro-da-era-pt/
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Dom 30 Set 2018, 8:07 pm



#LulaNaCadeia
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 10 Nov 2018, 12:41 pm



Inadimplência de moradores do Minha Casa Minha Vida segue crescente 
Programa será mantido pelo próximo presidente 
Por Leandro Mazzini 

Publicado às 03h00 de 27/10/2018 - Atualizado às 03h00 de 27/10/2018 

Brasília - A inadimplência dos moradores de apartamento do programa federal Minha Casa Minha Vida segue em trajetória crescente nos últimos quatro anos - período dos governos Dilma Rousseff (PT) e Michel Temer (MDB). 

Levantamento do Ministério das Cidades, feito a pedido da Coluna, mostra que em 2014, eram 129 mil moradores com atraso no pagamento das parcelas; 2015, 167 mil; 2016, 241 mil; 2017, 315 mil e 2018, até agosto, já são 351 mil. A pasta considera inadimplentes os contratos com atraso superior a 90 dias.
[url][/url]

fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/coluna-esplanada/2018/10/5586934-inadimplencia-de-moradores-do-minha-casa-minha-vida-segue-crescente.html



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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 10 Nov 2018, 12:41 pm



Brasil perde 327 mil vagas com carteira assinada no período de um ano, diz IBGE 

Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,5% em um ano, com 601 mil empregados a mais

São Paulo - O mercado de trabalho no Brasil perdeu 327 mil vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 1,0% no trimestre encerrado em setembro de 2018 ante o mesmo trimestre de 2017, segundo os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,5% em um ano, com 601 mil empregados a mais. 


O total de empregadores cresceu 4,3% ante o trimestre até setembro de 2017, com 184 mil pessoas a mais. 

O trabalho por conta própria cresceu 2,6% no período, com 586 mil pessoas a mais. A condição de trabalhador familiar auxiliar diminuiu 1,9%, com 43 mil ocupados a menos. O setor público gerou 242 mil vagas, um avanço de 2,1% na ocupação. 

Houve aumento de 82 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 1,3% de ocupados a mais nessa função.


fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2018/10/5588084-brasil-perde-327-mil-vagas-com-carteira-assinada-no-periodo-de-um-ano-diz-ibge.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 10 Nov 2018, 12:41 pm



Apesar de redução de 15,9% pela Petrobras, valor da gasolina sobe no Estado do Rio

Apesar da queda percentual de 15,9% no valor da gasolina cobrada nas refinarias no mês de outubro, o produto segue registrando alta nas bombas de combustível nos postos do estado do Rio. De acordo com levantamento do índice de preços realizado pela Ticket Log, a gasolina aumentou 0,92% no mês passado na capital, registrando preço médio de R$ 5,143 o litro. Já no estado como um todo, a variação positiva foi de 0,98%, com preço médio de R$ 5,149 pelo litro. Além da gasolina, o diesel e o etanol também tiveram alta no preço cobrado. 

— É importante considerar que a redução anunciada ocorreu lentamente no último mês, por isso não temos o reflexo de baixa considerável. Outro ponto é que os postos também trabalham com estoque, fazendo com que a atual redução demore para ser percebida pelo consumidor — explicou Jean-Urbain Hubau, Diretor-Geral de Frota e Soluções de Mobilidade da Edenred Brasil. 

Diante dos preços altos, vale a pena pesquisar qual posto oferece o melhor custo-benefício. 

— No Rio, a gasolina registrou um preço médio de R$ 5,14, o litro frente a R$ 3,49 do etanol, o que mantém esse último com uma margem de vantagem próxima aos 70%, justificando a procura dos consumidores — disse Hubau. 

Veja as comparações 

Gasolina 
A Zona Sul do Rio registra, na média, a gasolina mais cara de todo o município. O valor chega a R$ 5,343 o litro. Já a Zona Norte tem o preço mais em conta: R$ 5,052/litro. 

Etanol 
A Zona Sul também registra o maior preço médio na cobrança do álcool: R$ 3,750/ litro. Da mesma forma, a Zona Norte tem o menor preço médio: R$ 3,513/litro. De acordo com a Ticket Log, abastecer com o produto é, em grande parte do estado, mais rentável. O custo-benefício é 70% maior na comparação a gasolina, que é a melhor opção na Zona Sul do Rio. 

Espera 
De acordo com a Ticket Log, a tendência é que a redução aplicada pela Petrobras chegue às bombas de combustível somente em meados de novembro.


fonte: https://extra.globo.com/noticias/economia/apesar-de-reducao-de-159-pela-petrobras-valor-da-gasolina-sobe-no-estado-do-rio-23222453.html?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=Extra
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 15 Nov 2018, 5:37 pm



Um em cada 4 busca emprego há 2 anos

São 3,162 milhões nesta situação no país


Rio - O número de pessoas que procuram emprego há mais de dois anos aumentou no país. De acordo com dados do IBGE, no terceiro trimestre do ano o patamar alcançou recorde de 3,197 milhões de trabalhadores em busca de ocupação há dois anos ou mais. O universo representa que um em cada quatro pessoas está nesta situação.
Na Pnad Contínua do trimestre anterior, esse contingente estava em 3,162 milhões de desempregados. Em relação ao terceiro trimestre de 2017, aumentou 12,3%.
A desocupação no país registrou 11,9% no terceiro trimestre. Isso significa que 12,5 milhões tentaram emprego e não encontraram. O Rio continua com desemprego em alta com taxa de 14,6% com 1,253 milhão de desempregados.
O número de pessoas desempregadas e que desistiram de procurar é grande. Os chamados desalentados, segundo o IBGE, somaram 4,78 milhões no terceiro trimestre deste ano.
O desemprego atinge fortemente a população parda (13,8%) e preta (14,6%). Entre as mulheres, chega a 13,6% e dos homens, a de 10,5%.
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fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2018/11/5593262-um-em-cada-4-busca-emprego-ha-2-anos.html


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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por rbarros em Sex 16 Nov 2018, 9:46 am

Faço parte dos 4,78 milhões de desalentados do país. Realmente desisti de procurar emprego, acredito que a minha idade é um fator decisivo para esta situação. Já coloquei minha CLT no "arquivo morto".
Por causa disso, virei MEI (microempreendedor individual) e faço serviços a partir de casa (via computador).
Não sei em que estatísticas me encaixo, mas acredito que muitos que estão na mesma situação estão fazendo o mesmo.


Que o espírito dos selvagens permaneça um espírito selvagem! (Pierre Clastres - antropólogo, etnólogo e filósofo francês)
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 19 Nov 2018, 10:54 pm

rbarros escreveu:Faço parte dos 4,78 milhões de desalentados do país. Realmente desisti de procurar emprego, acredito que a minha idade é um fator decisivo para esta situação. Já coloquei minha CLT no "arquivo morto".
Por causa disso, virei MEI (microempreendedor individual) e faço serviços a partir de casa (via computador).
Não sei em que estatísticas me encaixo, mas acredito que muitos que estão na mesma situação estão fazendo o mesmo.

seu caso nao cabe nos desalentados e sim nos casos dos trabalhadores autonomos (sem carteira assinada)

voce trabalha de que a partir de casa?
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Seg 19 Nov 2018, 10:59 pm



Reforma da Previdência atingirá em cheio os trabalhadores privados 

Entre as alterações, que sairiam por lei complementar, está o fim da Fórmula 85/95 

Rio - A aprovação da Reforma da Previdência que deve ficar para o ano que vem - conforme já admitiu o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) - fará com que trabalhadores da iniciativa privada sejam os mais afetados pelas mudanças propostas do que os servidores. Isso porque para alterar a maioria das regras do funcionalismo público é preciso mudar normas constitucionais, o que foi descartado neste primeiro momento, por exigir elevada votação favorável. As propostas, que seriam aprovadas por lei complementar ou ordinária, necessitam de menos votos e atingem em cheio empregados privados. 

"Uma reforma infraconstitucional irá atingir diretamente os segurados do Regime Geral da Previdência Social (do INSS), com alteração brusca na Lei de Benefícios (Lei 8.213/91) e na Lei de Custeio (Lei 8.212/91) - diferentemente dos servidores públicos que precisam de Proposta de Emenda Constitucional para que o cálculo da aposentadoria seja mudado, por exemplo", adverte Pauline Navarro, do escritório Vargas e Navarro Advogados Associados. 

"Se compararmos os segurados do INSS com os servidores, os benefícios do instituto atingem uma maior parcela da sociedade e estão limitados a um teto (hoje de R$ 5.645,80), mas a sua média não ultrapassa R$1.300, de acordo com dados oficiais, diferentemente dos benefícios dos servidores cuja média é muito maior", acrescenta a advogada.

O valor do benefício foi o que levou o representante comercial Hipólito Luís Nunes, 64 anos, morador do Centro, a pedir o auxílio do advogado João Ricardo Furtado, que é seu procurador. "Meu cliente vai se aposentar por tempo de contribuição, pois recolhe há mais de 36 anos e sua preocupação era saber se receberia um valor justo", disse. 

Fim da regra 85/95 

Entre as mudanças que podem ocorrer sem alteração constitucional, está o fim da Fórmula de cálculo 85/95, que soma idade e tempo de contribuição e garante o benefício integral; elevação do tempo mínimo de contribuição; redução do valor da pensão por morte; e aumento da idade mínima para receber o benefício assistencial, informa Caio Taniguchi, do escritório Bichara Advogados. 

Para os servidores, o ponto mais significativo que seria alterado é a contribuição previdenciária, hoje em 11%. Diante da repercussão negativa, Bolsonaro afirmou que não aumentará a alíquota para 22%. "O que recebi em Brasília foram projetos", disse, afirmando que não fechou propostas. 

Nem o atual governo acredita na aprovação da PEC 287 
A aprovação da Reforma da Previdência não é um tema que una a opinião de membros do governo atual. O secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida, demonstrou pouca esperança de que mudanças na Previdência sejam aprovadas neste ano. "Se conseguir, ótimo. Mas, se não aprovar, é o fim do mundo? Não. O mercado espera a aprovação da reforma no próximo ano", afirmou Mansueto. 

"O 'grosso' da Reforma da Previdência é constitucional", argumentou o secretário do Tesouro, que foi confirmado e permanecerá na gestão do presidente eleito, Jair Bolsonaro. 

Enquanto uma mudança na Constituição Federal exige o voto de 3/5 dos parlamentares, em dois turnos de votação, tanto na Câmara quanto no Senado, a aprovação de um projeto de lei ou de medida provisória precisa de maioria simples. 

As alterações não são fáceis de serem aprovadas. Michel Temer, diante da falta de apoio parlamentar e do aperto nas contas públicas, chegou a enviar uma medida provisória para aumentar de 11% para 14% a contribuição previdenciária dos servidores, mas terminou barrada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

A equipe de Bolsonaro já mudou o discurso sobre a Previdência várias vezes. Na campanha, defendeu um projeto novo, com base em contas individuais. Após a eleição, o capitão da reserva disse que o projeto de Temer era "remendo novo em calça velha" e falou em fazer uma reforma justa. Ele chegou a citar como exemplo a ampliação em um ano do tempo de trabalho para servidores. Mas não tocou mais no assunto. 

Idade mínima ainda não é um consenso 
Um dos pontos de destaque da proposta de Reforma da Previdência "estacionada" no Congresso é a idade mínima para que homens e mulheres possam requerer aposentadoria no INSS. Na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287, a idade de trabalhadoras sobe de 60 anos para 62 anos, e dos trabalhadores permanece em 65 anos. 

Mas, segundo afirmações do presidente eleito Jair Bolsonaro, ao invés de subir a idade mínima, ela seria diminuída. "Um homem que trabalha na construção civil, por exemplo, aos 65 anos já não tem mais condição plena de trabalhar", disse Bolsonaro. 

Por conta disso, a idade de homens cairia dos atuais 65 anos de idade para 61. E mulheres poderiam pedir aposentadoria aos 56 anos e não mais aos 60 anos. 

Uma outra proposta de mudança no sistema previdenciário apresentada pelos economistas Armínio Fraga e Paulo Tafner estipula que essa idade mínima seja de 65 anos, tanto para homens quanto para mulheres. Mesmo com tantos percalços pelo caminho, o futuro ministro da Economia e "guru" econômico de Bolsonaro, Paulo Guedes, defendeu a votação, ainda neste ano pelo Congresso Nacional, de uma "parcela do texto atual" da Reforma da Previdência já aprovada em Comissão Especial da Câmara dos Deputados. 

Paulo Guedes propôs também que a discussão de sua proposta sobre um novo sistema previdenciário, ancorado no modelo de capitalização, comece já no próximo ano. 

"Seria um saldo positivo para o governo que sai e para o que entra", afirmou Paulo Guedes.

fonte:

https://odia.ig.com.br/economia/2018/11/5592336-reforma-da-previdencia-atingira-em-cheio-os-trabalhadores-privados.html#foto=1
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qua 21 Nov 2018, 8:44 pm



Benefício para os mais pobres vai ser cortado sem aviso

O Governo Temer editou decreto que torna mais rápido e fácil suspender o Benefício de Prestação Continuada (BPC), direcionados à população de baixa renda, em caso de irregularidades. Hoje o prazo leva até um ano. Pela nova regra, a suspensão será feita mesmo que o INSS não consiga notificar o beneficiário com suposto problema. 

Quando souber do bloqueio, o segurado poderá se dirigir ao instituto para entender a situação e pedir o desbloqueio. A partir daí, terá dez dias para se justificar. Depois disso, o INSS terá 30 dias, prorrogáveis por mais 30, para decidir se restabelece ou não o pagamento. 

O BPC equivale a um salário mínimo e é pago a pessoas com deficiência ou com mais de 65 anos com renda familiar de até 25% do mínimo (R$ 954), que comprovem condição de miserabilidade, ou seja menos de R$ 238,50 por pessoa. O benefício não dá direito a pensão nem 13º. 

Os beneficiários que não estão no Cadastro Único devem se inscrever até 31 de dezembro. Novas concessões só serão feitas para cadastrados.

fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2018/08/5565283-beneficio-para-os-mais-pobres-vai-ser-cortado-sem-aviso.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 27 Nov 2018, 11:46 pm

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 08 Dez 2018, 11:18 am



Maia diz que Reforma da Previdência estará na pauta do Congresso 

Ele lembrou que muitos políticos e alguns opositores criticam o teto dos gastos, que seria uma forma de barrar os investimentos em saúde e educação. Segundo o presidente da Câmara, o que impede investimentos nestas áreas não é o teto dos gastos

Rio - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, voltou a fazer defesa enfática da importância de continuar os debates sobre a Reforma da Previdência no Congresso. "Não haverá nenhuma outra agenda nos próximos 12 meses que possa superar, tirar da pauta, a Reforma da Previdência. Nada do que a gente possa discutir aqui ou em qualquer ambiente pode superar o tamanho do problema previdenciário", disse Maia, nesta sexta-feira, segundo a Agência Estadão Conteúdo. 

Maia aproveitou para destacar as dificuldades enfrentadas pelo país, tanto na área econômica como política, e elogiou a atuação conjunta do Executivo e Judiciário na aprovação de reformas como a trabalhista e o teto dos gastos. 

Ele lembrou que muitos políticos e alguns opositores criticam o teto dos gastos, que seria uma forma de barrar os investimentos em saúde e educação. Segundo o presidente da Câmara, o que impede investimentos nestas áreas não é o teto dos gastos.

O futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, reafirmou que o governo de Jair Bolsonaro vai promover as reformas da Previdência e do sistema tributário. Segundo ele, a equipe do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, trabalha em uma reforma previdenciária que corrija privilégios e permita um regime de capitalização que aumente a poupança interna. 

"Governo dará passo para trás para que os brasileiros possam dar muitos passos à frente", disse.

fonte:

https://odia.ig.com.br/economia/2018/12/5600496-maia-diz-que-reforma-da-previdencia-estara-na-pauta-do-congresso.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Sab 08 Dez 2018, 11:23 am



Crise? Narrador e comentarista têm salário reduzido por emissora de TV 

Paulo Andrade e Paulo Calçade irão ganhar 20% a menos por corte de custos da empresa; novas reduções devem ocorrer 

São Paulo - A ESPN está passando por uma crise financeira e diversos funcionários ao redor do mundo estão tendo os seus contratos encerrados. No Brasil, a renovação de contrato está vindo acompanhada de uma redução no valor do salário, para que seja feito um corte de custos. O narrador Paulo Andrade e o comentarista Paulo Calçade renovaram com a emissora por valores mais baixos. As informações são do site 'UOL Esporte'.

Paulo Andrade e Paulo Calçade não irão deixar a emissora em meio as dificuldades financeiras, mas irão receber 20% a menos do que recebiam antes. Por outro lado, o corte não afetou funcionários com salários menores. Marcela Rafael, Juliana Veiga e Alex Tseng não tiveram qualquer alteração nos seus vencimentos. 

Esta semana, dois cortes já haviam sido noticiados. O narrador Dudu Monsanto, por opção da própria ESPN, irá deixar a emissora após 14 anos. Além dele, Fernando Meligeni também não prestará mais serviços, após sete anos, por falta de um acordo salarial entre o comentarista de tênis e o canal.

Ainda segundo informações do site UOL, esse processo deve continuar na renovação de contrato de grandes profissionais da ESPN, o que pode culminar em novas saídas. Procurada, a ESPN preferiu não se manifestar sobre o assunto.

fonte:

https://odia.ig.com.br/esporte/2018/12/5600238-crise-narrador-e-comentarista-tem-salario-reduzido-por-emissora-de-tv.html#foto=1
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