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Consequências da Reeleição

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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 21 Jun 2018, 6:02 pm



[size=30]Preço de batata sobe 45% e de cebola avança quase 20% com greve dos caminhoneiros[/size]

Os dados do IBGE confirmaram o que consumidores sentiram na prática: a greve dos caminhoneiros fez disparar o custo dos alimentos no Brasil. Produtos básicos na mesa do brasileiro tiveram alta expressiva: o preço da batata-inglesa subiu 45,12%, enquanto o da cebola avançou quase 20% (19,95%) e o do tomate teve alta de 14,15%, de meados de maio a meados de junho.
O aumento de preços foi de 21,83% no grupo de tubérculos, raízes e legumes. O avanço também foi intenso no maracujá, de 28,29%, no limão, de 20,57%, e no abacate, de 14,93%. Outros itens tiveram alta na faixa dos 10%, como cenoura (9,61%), quiabo (11,30%), repolho (10,70%) e brócolis (7,81%).


Outras frutas também tiveram alta de preços, como a manga, de 6,66%, e o morango, de 5,64%. A greve dificultou o transporte dos produtos desde os produtores até os mercados, o que reduziu a oferta de itens e pressionou o preço para cima, especialmente de hortifrutigranjeiros.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) é uma espécie de prévia da inflação, já que tem a mesma metodologia do IPCA, só que os preços são coletados em um período anterior. No caso do mês de junho, a coleta ocorreu entre os dias 16 de maio e 13 de junho. Ou seja, captou de forma integral a época da greve dos caminhoneiros, que começou em 21 de maio e durou dez dias.
O aumento de preços foi além dos alimentos. A gasolina, por exemplo, subiu 6,98% em junho e foi o maior impacto individual no IPCA-15 do mês. O item respondeu por 0,31 ponto percentual da taxa de 1,11%.

fonte:

https://extra.globo.com/noticias/economia/preco-de-batata-sobe-45-de-cebola-avanca-quase-20-com-greve-dos-caminhoneiros-22806951.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 12 Jul 2018, 11:34 am



[size=44]Nova regra para planos de saúde pesará no bolso[/size]

Medida ameniza os custos dos serviços para operadoras e prejudica consumidor


Rio - Recentemente a Agência Nacional de Saúde (ANS) publicou a regulamentação de dois modelos de oferta de planos de saúde: a coparticipação e franquia. Se para as operadoras de saúde a medida ameniza os custos dos serviços, para o consumidor a nova regra pesará no bolso e inviabilizará o pagamento de vários procedimentos. Órgãos como o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (IDEC), a OAB e a Associação Brasileira de Procons assinaram uma carta em repúdio à proposta.
Nela, as entidades listam diversos prejuízos ao consumidor. Um deles é a criação de um teto de 40% para a coparticipação no pagamento de procedimento médico, lembrando, é claro, que esse percentual poderá ser ainda maior. Outra crítica das entidades diz respeito ao valor máximo cobrado pela franquia já que o limite de pagamento pode chegar a mais que o dobro da mensalidade. Nos últimos 3 anos, os planos de saúde perderam mais de 3 milhões de clientes. Medidas como estas só contribuem para que o plano de saúde se torne um sonho cada vez mais distante do brasileiro.

fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/reclamar-adianta/2018/07/5557034-nova-regra-para-planos-de-saude-pesara-no-bolso.html
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Qui 02 Ago 2018, 10:22 pm



Governo de Temer decreta o FIM das bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado; Pibid, Residência Pedagógica, Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, Programa de Mestrado Profissional para Qualificação de Professores da Rede Pública de Educação Básica.

https://sei.capes.gov.br/sei/controlador_externo.php?acao=documento_conferir&codigo_verificador=0746852&codigo_crc=6755A444&hash_download=ef5e65b749e9b6a0c124c56e438345f0dbb86d4b097fccd29f4b4221365642ee971b5a5e507aea925d83d67d1d4d79f08696fa5be30b507aa19122ff68c396a9&visualizacao=1&id_orgao_acesso_externo=0
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Dom 05 Ago 2018, 1:27 pm

[size=44]Serviços de Saúde e outras políticas sociais regridem no país[/size]

Diante da 'pátria sem leitos', ONU pede que governo 'reconsidere'





Brasília - As mulheres correspondem a 52,5% dos eleitores para o pleito de outubro, segundo o TSE, e a maioria delas (80%, segundo o Datafolha) está indecisa. E com o que elas se preocupam? Saúde lidera com folga (46%), seguida por Educação (18%), de acordo com o mesmo instituto. E o retrato que o próximo presidente vai enfrentar não é nada bonito. O país regrediu em termos sociais nos últimos quatro anos. O número mais simbólico a indicar o retrocesso é o aumento da mortalidade infantil, cujo índice subiu em 2016, pela primeira vez desde 1990.
Na sexta-feira, a ONU divulgou relatório dizendo que o número "é motivo de muita preocupação, especialmente com as restrições orçamentárias para o sistema público de saúde e outras políticas sociais, que comprometem severamente os compromissos do Estado brasileiro de garantir direitos humanos para todos, especialmente para crianças e mulheres".
A alta nos casos de sífilis e sarampo e a redução do número de leitos de internação são outros dados que indicam um retrocesso no Sistema Único de Saúde, que completa 30 anos em 2018.
Coordenador do curso de Especialização em Administração Hospitalar e Sistemas de Saúde da FGV, Walter Cintra considera que os dados são "vergonhosos". Ele culpa a combinação da recessão com o corte de recursos para a Saúde pelo retrocesso. "A partir de 2014, entramos na recessão, com alta do desemprego. Os planos de saúde perderam mais de 2 milhões de associados que viraram SUSdependentes.Nesse exato momento, quando a demanda cresce, cortam os recursos da Saúde. Isso se reflete na piora geral da saúde da população. Não há mistério".
Sem UTIs para bebês
As mulheres, mostra o Datafolha, se preocupam com a família. E as condições de atendimento às crianças sofreram especialmente nesses quatro anos. Levantamento da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) mostra que o país tem um déficit de 3.305 leitos de UTIs neonatal no país, essenciais para a sobrevivência de crianças que nasceram antes de 37 semanas e que apresentam quadros clínicos graves.
Já o Conselho Federal de Medicina divulgou este mês que houve perda de 34,2 mil leitos de internação pelo SUS entre 2010 e 2018. O Ministério da Saúde justifica a queda por uma tendência mundial de desospitalização. "Com os avanços tecnológicos, tratamentos que exigiam internação passaram a ser feitos no âmbito ambulatorial e domiciliar", diz, em nota.
'Isso não é aceitável', diz conselho médico
Para o presidente do Conselho Federal de Medicina, Carlos Vital, a perda de 10% dos leitos do SUS em oito anos prejudica os 160 milhões de brasileiros que dependem exclusivamente da rede pública. "Perdemos uma média de 12 leitos por dia nos últimos oito anos. Sem leitos de internação não há como o médico prestar seus cuidados ao paciente. Isso não é aceitável no país nem em nenhum lugar do mundo".
O Ministério da Saúde argumenta que até o sistema de saúde inglês, referência mundial de sistema público de saúde, reduziu em 30% o número de leitos na última década. No Reino Unido, no entanto, a taxa está em 3,2 por 1 mil habitantes. E, por lá, o investimento em prevenção é maciço. A taxa do Brasil hoje é de 1,9, contra 2,8 em 2010. A recomendação oficial da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de 3,2 leitos por 1 mil habitantes.
Para Vital, é preciso financiamento mais adequado e competência administrativa com planejamentos para suprir a falta de leitos. "Não podemos permitir que as pessoas deixem de ser atendidas por falta de leitos simples de internação. Isso significa que muitas vidas podem ser tolhidas e sequelas que poderiam ser evitadas estejam presentes na vida desses pacientes", disse.
A vice-diretora do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Maria de Lourdes Tavares Cavalcante, vê o retrocesso também como reflexo de políticas que permitiram que serviços terceirizados fossem priorizados. "Os repasses eram mais específicos e regulados. Gastos com atenção primária eram obrigatórios. Agora o município recebe o recurso tem investimento livre", disse.
"Seja quem for o novo governo, terá que investir pesadamente em modernizar a gestão", diz José Roberto Afonso, especialista em Finanças Públicas e professor do IDP. "É impensável, por exemplo, que, em 2018, ainda não se tenha um cadastro único, nacional,com todos os dados, desde o sistema público, até o de saúde complementar privada, de cada brasileiro. Isso é o primeiro passo".
Repercussão externa
O governo brasileiro reagiu ao relatório da ONU pedindo que as políticas econômicas atuais sejam "reconsideradas", já que afirmando, também em nota que "o necessário reequilíbrio da economia brasileira beneficia, diretamente, as populações de baixa renda e ajuda a reduzir as desigualdades".
Para a ONU, "pessoas vivendo em situação de pobreza e outros grupos marginalizados estão sofrendo desproporcionalmente". Um dos dados que comprova o retrocesso é a redução no número de beneficiários do Bolsa Família. Após várias rodadas de "pentes finos", as famílias atendidas pelo programa atualmente estão em 13.736.341, com valor médio de R$ 178,04. Em julho de 2014, eram 14,2 mihões. A redução em meio milhão de famílias atendidas se deu em um cenário em que o desemprego se elevou de 6,8% na média daquele ano, contra os atuais 12,4%.
No ano passado, o Banco Mundial, alarmado com os efeitos da crise econômica no Brasil, lançou um documento em que alertava que o país estava prestes a perder os ganhos sociais conquistados entre os anos de 2004 e 2014, quando, "em razão do rápido crescimento do emprego formal, maiores salários reais e programas redistributivos de assistência social como o Bolsa Família () mais de 28,6 milhões de pessoas saíram da pobreza".
"Em duas crises anteriores, no fim dos anos 1990 e, depois, em 2003, foram concebidos o Bolsa Escola e o Bolsa Família. Momentos como o atual são próprios fazer mais e não menos política social", diz o pesquisador Marcelo Neri, do CPC, da FGV.
'Vamos destruir o ganho na expectativa de vida' - Cinco minutos com Marcelo Neri, FGV
Para o diretor do Centro de Políticas Sociais da FGV, Marcelo Neri, o sistema de saúde brasileiro deve aproveitar a oferta de enfermeiros e priorizar o atendimento a saúde da família e o saneamento básico. Para ele, esta polítca é mais eficiente economicamente na gestão da saúde. Ele alerta que os gastos no setor vão aumentar com o envelhecimento da população.
A mortalidade infantil voltou a subir.
É um dado extremamente preocupante. Se esta taxa aumenta, vai destruir o ganho recente da expectativa de vida no Brasil. Representa uma reversão de uma tendência de melhora no mundo e no Brasil. É um dos indicadoros mais usados para medir a qualidade da saúde.
A que se deve esse retrocesso?
Vejo alguns candidatos a culpados: a forma como o Estado tem administrado os recursos, em especial os do SUS, em meio à restrição fiscal, e os destinados a saneamento básico, que afeta a saúde. O outro candidato é a instabilidade macroeconêmica, com a recessão. Estamos regredindo na percepção que a população tem em relação à qualidade da saúde e nos indicadores, Deveríamos estarem fase de ganho em ciência, porque a população está ficando mais velha e os gastos com saúde vão aumentar.
Como fazer para voltarmos a avançar?
A saúde é intensiva em profissionais e nos próximos anos o setor vai crescer. Precisamos de mais médicos e profissionais de saúde pra atender este desafio. Em abril de 2018, o MEC anunciou a suspensão pelos próximos cinco anos da abertura de novos cursos de medicina. Em 10 anos, o número de novos diplomas de enfermagem cresceu 578% e os de medicina 62,1%. Precisamos de mais médicos e profissionais de saúde. O sistema de saúde inglês, que é uma referência, usa cada vez mais enfermeiros. A gente tem oferta no Brasil, o sistema de saúde precisa utilizar mais enfermeiros e menos médicos.
E como esse contigente seria usado?
A gente deveria aproveitar esses profissionais priorizando programa de saúde da família e unidades de atendimento básico e investir em saneamento, que significa economizar em saúde.



fonte: https://odia.ig.com.br/brasil/2018/08/5563590-servicos-de-saude-e-outras-politicas-sociais-regridem-no-pais.html#foto=1
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por EVANGELISTA/RJ/MSN em Ter 21 Ago 2018, 5:06 pm



O Bilionário rombo do FIES vem à tona, mais um descalabro da era PT

Uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) descobriu rombo estimado em R$ 20 bilhões no Financiamento Estudantil (FIES) entre 2009 e 2015, cifra que coloca em xeque um dos principais programas do Ministério da Educação.

‘Não posso deixar de destacar minha indignação com o descalabro na gestão do FIES’, disse a relatora do processo no TCU, ministra Ana Arraes, durante a sessão de análise do parecer. Em votação unânime, os ministros do tribunal determinaram a intimação de oito autoridades dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff para depoimentos sobre o perdulário escândalo na Educação.

Entre os intimados estão os ex-ministros da pasta Fernando Haddad, Aloizio Mercadante e José Henrique Paim, além do ex-titular do Planejamento, Nelson Barbosa, e da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior. Todos estão instados a apresentar justificativas para o ‘descalabro bilionário’. No entanto, ao final do processo, podem ser punidos apenas com multas de até R$ 54 mil e inabilitação para o exercício de cargos em comissão e funções de confiança no serviço público.

Cumpre informar: hoje, um dos principais problemas com inadimplência nas agências da Caixa Econômica Federal vem dos desregrados e flexíveis contratos firmados através do FIES na última década. Por ter punição branda — quase nula — e diante da crise econômica que está devastando o país, a expressiva maioria dos estudantes, formados graças ao subsídio dos cofres públicos dos pagadores de impostos, não paga sequer a primeira parcela da dívida. Há agências da Caixa onde o FIES representa 90% da inadimplência.

Outro detalhe que merece destaque é a constatação da auditoria do TCU apresentada no relatório final: ‘É certo que o FIES passou a ser visto não apenas como oportunidade de acesso ao Ensino Superior, mas também como chance de realização de negócios’.

Aliás, uma das maiores beneficiadas com a flexibilização e má gestão no FIES foi a principal empresa do setor privado de ensino no Brasil, que tem entre seus sócios-proprietários um dos ex-titulares do Ministério do Turismo da Era PT, o mesmo que ‘empresta’ os famigerados jatinhos utilizados por Lula da Silva.

A manobra fiscal detectada pelo TCU indica que os governos Lula e Dilma, apenas com os contratos firmados até 2015, também ocultaram um passivo de R$ 55 bilhões com as universidades privadas que deve ser pago pelo Tesouro Nacional até 2020.

fonte: https://republicadecuritiba.net/2018/03/11/o-bilionario-rombo-do-fies-vem-a-tona-mais-um-descalabro-da-era-pt/
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Re: Consequências da Reeleição

Mensagem por Cartman em Dom 30 Set 2018, 8:07 pm



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